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{Resenha} Shimanami Tasogare


Ohayou! Como prometido é devido, venho hoje trazer o segundo post desta semana ;) Além disso, ainda que com atraso, já respondi aos comentários dos últimos posts até porque a Hinata não me deixaria em paz se eu não o fizesse haha De novo, devo insistir que quem quiser saber novidades sobre mim - e eu gostava particularmente que ficassem a saber pormenores sobre eu [ter acabado a faculdade] e [ter feito uma operação aos olhos] - devem ler esses links, pelo menos a parte sobre a minha vida pessoal. 

Hoje trago uma resenha de Shimanami Tasogare. É um mangá que retrata de forma realista - isto é, sem drama exagerado nem um cenário idealista onde problemas não existem - as vivências de pessoas lgbt+, incluindo uma grande variedade de identidades. A história passa-se no Japão, e é apresentada da perspetiva de Tasuku, que se ia suicidar após ter sido arrancado do armário na escola, mas não o faz devido a um evento que o leva a encontrar uma comunidade.

{Revisitando} Dragon Age: Inquisition + Skyrim


Ohayou, minna!

Como disse, estou a aproveitar este fim de férias para tratar do blog. Isso quer dizer que esta semana haverá mais um post para além deste, e amanhã vou tratar de responder a comentários e comentar alguns blogs. Pelo que parece houve quem tenha lido o meu mega-post - o tal que questiona o conceito de personagem feminina forte - mas pergunto-me se alguém sabe o que tenho feito da vida, que disse [aqui] e [aqui]. Afinal, o que é um blog sem falar da minha vida pessoal? E eu quero mesmo que vocês fiquem a saber que eu já acabei a faculdade e fiz uma operação aos olhos, com todos os detalhes que disse nesses posts >.<

Voltando ao assunto: A minha pessoa é viciada em ambientes de fantasia, especialmente tudo o que tiver dragões como habitantes, e fantasia medieval em geral. E recentemente voltei a jogar dois jogos em ambientes assim, Dragon Age: Inquisition, e Skyrim. Dois amores meus, de facto, e é provável que quantas mais vezes os revisite, mais me apaixone - até porque cada decisão diferente faz com que os eventos não decorram da mesma maneira que decorreram da vez anterior que joguei, e portanto é quase como se estivesse a experimentar um jogo diferente.

O que é ter personagens femininas fortes?


Ohayou, minna!

Já estava para fazer este post há algum tempo. Foi adiado constantemente dada a complexidade do seu conteúdo, afinal, isto é fruto de horas de pesquisa e de opiniões confrontadas, e é difícil fazer um texto organizado mas que ao mesmo tempo transpareça todas as nuances da questão do título. Afinal, o que são personagens femininas fortes? Toda a gente parece ter um entendimento diferente, desde personagens com um nível de força e resistência física próximo do de homens - pelo menos no caso de superheróis, onde "poderes" são uma boa forma de contornar barreiras biológicas; personagens confiantes e "empoderadas", o que algumas pessoas imaginam como mulheres que exalam sexualidade e outras encaram como mulheres que não se apresentam de forma apelativa a homens-hétero; personagens que conciliam os ideias femininos como bondade com ideias masculinos como o da vitória e da força; personagens que fazem grandes sacrifícios e demonstram não força física, mas força mental admirável; ou simplesmente mulheres humanizadas e com um papel relevante na história apresentada.

Na verdade, este post não pretende fornecer uma definição do que é uma personagem feminina forte, pois eu não acredito que hajam mulheres mais fortes que outras - e isso não se aplica só a mulheres obviamente. "Mulheres fortes" não passa de uma buzzword, de um conceito que se tornou popular por parecer que é uma forma de respeitar mulheres mas, no fundo, que só serve para as comparar, avaliar e categorizar, e a nossa sociedade já faz julgamentos que chegue na vida real para ter de transpor isso para as questões da representatividade. O meu ponto é que não quero alimentar a narrativa de que há uma forma correta de representar mulheres pois, como qualquer grupo, esse é muito diversificado e é um erro achar que há modelos de personagens femininas capazes de espelhar um grupo inteiro. Assim, eu ofereço uma alternativa: ter mais mulheres. Representatividade não é uma questão de qualidade. Representatividade é uma questão de diversidade. E que melhor maneira há de captar diversidade a não ser através da representação de muitas pessoas distintas

Claro que o post não conseguirá cobrir o assunto por completo, mas preparem-se para um masterpost. E para um overview das críticas mais comuns. Updates sobre mim no fim do post...

Prós e contras das várias formas de linguagem neutra


Ohayou, minna!

Novidades sobre mim no final do post, pois eu escrevi isto de propósito para uma pessoa de Portugal que está a investigar várias maneiras que criar uma linguagem neutra em género em português, e apareceu a fazer perguntas num grupo não-binário (se bem percebi, essa pessoa é tradutora). Como seria de esperar, não encontrou muitas fontes académicas e tanto encontrou artigos a sugerir uma forma gramatical singular neutra em género, como artigos sobre o quanto a nossa línguagem no plural é machista - propondo antes a enumeração da forma masculina e feminina - a par com outros que rebatem essa ideia. Quem lê o blog deve conseguir saber porquê que a segunda questão seria um problema para pessoas não-binárias como eu. Em todo o caso, adivinhem quem é que se ofereceu para ajudar com a pesquisa? Mimzinhe, e após bastante tempo, consegui acabar este post ^^

OVAs maravilindas


Então... Amanhã vou responder aos comentários novos e com um bocado de sortre comentar noutros blogs. Sinto que o tempo ainda está apertado, mas é um mínimo que eu tenho de fazer. Já agora, mal comece novembro, eu quero tentar participar do desafio NaNoWriMo, que desafia os participantes a escrever uma novel inteira durante Novembro, escrevendo X palavras por dia - podem ver mais e participar oficialmente no [site oficial]. O prémio é simplesmente conseguir acabar as histórias que temos na cabeça >.< E sim, parece mesmo o tipo de coisa que vou conseguir fazer numa das alturas mais ocupadas do ano, eu sei... O que vale é que agora tenho o quarto só para mim e já ninguém me deve descobrir se eu ficar acordade até tarde a escrever.

Hoje vou resenhar 3 filmes de animes - aquela coisa que sempre me fez torcer o nariz e sempre vi como meh - que superaram as minhas expectativas. E à fama que dois destes filmes têm, as minhas expectativas já não eram propriamente baixas. São 3 pérolas que restauraram a minha fé em filmes de anime e portanto recomendo a toda a gente ver ^^ Já agora, não vou comentar isto nas resenhas individuais porque é comum a todos os filmes, mas tanto a arte como a animação foram impecáveis. 

Do que precisam pessoas trans e/ou enby?


A minha pessoa tem estado muito atarefada com a faculdade, mas a parte complicada será a partir desta semana, até porque ainda tenho de refinar algumas coisas para o cosplay que vou fazer no Iberanime e será já dia 13, exatamente na véspera de 2 entregas de trabalho. Desejem-me sorte ^^ Talvez mostre fotos depois - se calhar a minha ida ao evento até será o tema do post dessa semana! Ah, e eu esta sexta detestei a maneira como um stor meu - de Gestão, que é aquela cadeira que nós temos quase inútil ao curso de engenharia informática (quase...) - falou de forma um bocado sexista e exorssexista (excluindo pessoas não-binárias), não aguentei mais estar para ali a ouvi-lo, não voltei depois do intervalo, e dependendo de como responde a um email gigantesco que demorei 3 horas ou mais a escrever que lhe mandei, poderei nunca mais por os pés naquela aula. O coitado do homem nem disse coisas graves, mas foram tantas pequenas coisas seguidas que eu sinceramente prefiro preservar a minha sanidade mental.

Bem... A primeira metade do post irá definir alguma da terminologia que irei usar, desde conceitos básicos a siglas que as comunidades trans e não-binária usam. Esses conceitos são importantes para compreender os tópicos da segunda metade, onde listo direitos básicos que a comunidade trans devia ter, alguns deles urgentes.

União AMTN e discurso ace


Então... Para hoje eu decidi acabar um post que tinha de molho há mais de um ano. É sobre gate-keeping e discriminação de certas identidades lgbt+ pela própria comunidade lgbt+, com foco na exclusão de pessoas assexuais e arromânticas. Também trago curiosidades históricas e lembretes de leis que oprimem pessoas assexuais - e sim, o post será provavelmente tão denso quanto esperam. Ah, com AMTN eu quero dizer a-spec, m-spec, trans e não-binárie.

Já agora, estou inspirade para escrever. Ontem decidi começar a escrever mais uma fic, hoje acordei e escrevi uma mensagem enorme a um amigo da praxe sobre como acho que a praxe podia parar de propagar preconceitos e podia contribuir para a sociedade, e ainda estou a pensar em escrever mais coisas. Já agora, amanhã vou partir numa demanda para conseguir seguidores para o blog ^^ Vamos lá ver como corre. Enfim, cliquem no "mais" se tiverem coragem para ler isto tudo. Eu tinha muitas reclamações a fazer...

Porquê que a representatividade lgbt+ em Voltron desiludiu


Então... hoje não haverá recomendações do dia. Porque eu não tenho tempo para fazer dois posts, mas quero desabafar sobre este assunto. Mesmo ainda não tendo visto a sétima temporada de Voltron, já sei spoilers de praticamente tudo e, apesar de estar certa de que a temporada tem vários pontos fortes e que vou gostar dela como um todo, isso é completamente irrelevante para analisar a tão prometida - mas não inteiramente entregue - representatividade lgbt+. O post contém spoilers e sugiro que parem de ler a partir daqui se não viram até à sétima temporada, incluída. O post não irá dirigir qualquer forma de ódio à equipa por trás de um "anime" tão bom nem irá entrar em guerras de ships, mas sim considerar o enredo, o marketing, informações dadas em entrevistas e a forma como tudo isso contribuiu para dois conceitos problemáticos dos quais a comunidade lgbt+ já está cansada de explicar porquê que magoam: queerbaiting, e a trope Bury Your Gays. Também pretendo esclarecer dúvidas que tanta gente parece ter em relação à má representatividade de que Voltron está a ser acusado - por exemplo, confundindo as acusações de queerbaiting com as acusações da trope que mencionei.

Espaços para certos géneros - tipos e lembretes


Tenho a certeza de que vocês já ouviram falar de "women's spaces". Contudo, provavelmente já se perguntaram até que ponto pessoas de outros géneros os podem visitar, se são inclusivos de pessoas trans e se utilizam a palavra "mulher" como género feminino ou sexo feminino. A verdade é que imensa gente faz uma grande caldeirada, e esse termo pode significar coisas muito distintas dependendo de quem o usa. Por outras palavras, devia significar que era um espaço para mulheres cis e trans (e eventualmente pessoas não-binárias que também se conectam com o termo mulher), incluindo as experiências de pessoas de todos esses grupos, já que "mulher" é um género e portanto são mulheres pessoas que se identificam como tal. Maaaaas todo o tipo de espaços são válidos, e portanto irei, neste post, explicar porquê que todos os espaços voltados para pessoas de certos géneros e sexos se justificam e não roubam nada de ninguém - incluindo espaços para mulheres cis - e indicar que nomes deviam ser dados para cada tipo de espaço existente de modo a evitar confusões. Créditos principalmente a [este post], embora eu tenha coisa a acrescentar, e precisamente por isso é que decidi fazer este artigo.

Q&A lgbt+ - respondo a todas as vossas questões!


Então, sapinhos...

Como sabem, eu percebo um bom bocado sobre representatividade e justiça social, especialmente questões lgbt+. E embora eu faça frequentemente posts a esclarecer certas polémicas ou puramente educativos, eu notei que há muita gente por aí na blogosfera - quer escreva em blogs ou só leia - que tem umas quantas dúvidas. Dúvidas que eu sei responder, mas não o faço para não meter a colherada em cada conversa que vejo nos comentários de blogs e para não perder tempo a saltar de blog em blog. Também há quem tenha dúvidas que não pergunta por medo de ofender. Portanto, eu decidi fazer um post especial para responder a qualquer questão vossa sobre o assunto, prometendo dizer todos os detalhes relevantes e sem vos fazer sentir mal pelo que quer que perguntem. Cliquem em "ler mais" para saber melhor como é que isto funciona e ficarem a par de umas poucas regrinhas...

Zero waste: guia inclusivo


Prometido é devido, e aqui está o meu guia gigantesco zero waste (zero desperdício) inclusivo.

Se há alguma coisa que deve ficar clara aqui, é que as fábricas são as maiores responsáveis pela poluição do planeta, e o post não se destina a culpar indivíduos por não conseguirem salvar o planeta sozinhos nem por ficar frustrados com tentativas falhadas. Contudo, pretendo encorajar toda a gente a considerar o impacto que as suas ações podem ter, principalmente se toda a gente for gradualmente aderindo às políticas dos [5 R's]: Reduzir, Repensar, Reaproveitar, Reciclar e Recusar. Uma pessoa sozinha pode poupar até que chegue para todo o lixo que produz no ano caber num frasco, enquanto que em média uma pessoa em Portugal produz 460 quilos de lixo no mesmo espaço de tempo.Tal como muitos blogs zero waste afirmam, "Não é uma questão de atingir a perfeição; É uma questão de fazer escolhas melhores"

Mas... e quem não pode escolher? Nem toda a gente pode abdicar das palhinhas de plástico, como eu disse [aqui]. Nem todas as alternativas que os grandes blogs* zero waste sugerem funcionam para toda a gente. Para fazer este post, eu escolhi algumas questões relevantes para aderir a uma política zero waste e enumerei tantas alternativas quantas consegui encontrar, com o único objetivo de dar a conhecer um número mais vasto de opções e de incentivar as pessoas a adotar medidas dentro das suas possibilidades - não com o objetivo de policiar ou envergonhar as atitudes de ninguém. Salvo pessoas que estejam totalmente dependentes de outras, toda a gente pode controlar minimamente as suas ações, daí eu querer neste post sugerir coisas acessíveis que muita gente não sabe que pode fazer. Como a minha mãe diz: "Quem faz o que pode, a mais não é obrigado."

*diga-se de passagem que estes tendem a ser geridos por mulheres com tempo e dinheiro para mudar os utensílios que usam, correr montes de lojas à procura das melhores e fazer DIY de tudo e mais alguma coisa, desde comida a produtos de limpeza e higiene

Novidades sobre mim


Ohayou, sapinhos! Achavam que tinham livrado de mim?

Finalmente dá para considerar que estou de férias (estarei mesmo? Descubram no próximo episódio clicando em ler mais!), e decidi regressar com um post de atualizações sobre mim, sobre a faculdade, sobre o que pretendo fazer nas férias e sobre o blog - menciono o futuro layout e posts que já estão quase a sair do forno. Mas aquilo que mais torna este post especial é tudo o que eu conto sobre a primeira marcha lgbt+ a que fui, precisamente ontem. É algo que fico feliz por ter experienciado e que tenciono repetir, e decidi partilhar todos os detalhes convosco ^^

Esclarecendo polémicas em torno de TRANSições físicas


Eu estava a pensar em como começar este post e decidi que vou querer fazer um desenho com uma mulher cis e uma mulher trans onde vou escrever: "different body, different experiences, same gender".

Yoo, sapinhos! Este post, para diferir do anterior, conta com mais info lgbt+, exclusivamente relativa a questões trans. Vou tentar esclarecer algumas questões que a sociedade considera polémicas e mostrar porque que duas visões distintas não implica necessariamente que uma delas não seja verdade. O tema principal são transições físicas, e tenciono responder a 3 dos argumentos mais usados para alguém se opor a transições.

Este post foi motivado por certas imagens em páginas de feminismo radical (mais particularmente TERF's), que parece ainda não ter compreendido que respeitar o género de mulheres trans não invalida o que elas passaram enquanto mulheres cis. Também parece ter dificuldade em alcançar a noção de que sentir disforia ou não atender estereótipos de género na infância não são requesitos para não ser cisgénero. Aliás, a wikipédia é uma ótima fonte no que toca a demonstrar as visões distintas do feminismo em relação a pessoas trans: [www].

J.K. Rowling já foi ultrapassada pelos fãs há milénios


Ohayou, sapinhos ^^ Tenho a certeza que repararam no novo layout, que realmente me deu muito gosto fazer - afinal, há tempos que não fazia layouts temáticos, e o tema deste e a personagem Phos de Houseki no kuni, que resenhei [aqui] e está no meu top de animes e mangás favoritos. Eu sei que não posto nada há séculos, e penso que o espaçamento entre postagens continuará a ser enorme por muitos mais meses - culpem a faculdade. Tenho imensos posts quase prontos nos rascunhos, mas nem  sempre tenho energia para os acabar, e estou a aproveitar esta semaninha de férias da faculdade para pôr algumas coisas em dia, daí o blog também não ter sido o meu foco. Sábado ou domingo vou tirar um tempo para comentar nos meus bloguinhos mais amados, então acreditem que não deixei de estimar ninguém :3

Este basicamente é um post bem pissed com as atitudes que a autora de Harry Potter tem denotado nos últimos anos. Caso eu esteja a parecer muito bruta, talvez seja melhor começarem pela segunda metade do post. Irei listar e comentar algumas das atitudes mais desrespeitosas que tenho visto da parte dela - e preparem-se, porque eu gosto de fazer posts completos - e comentar a ironia de Harry Potter ter sido dos livros mais responsáveis por adultos mente aberta.

Até que ponto uma identidade sem nome existe?


Ohayou ^^ Eu sei que prometi um post um pouco mais leve e que não se debruçasse sobre representatividade, mas só faz sentido postar aquilo que planifiquei quando tiver pronto um lay mais minimalista - que, aliás, me dará muito gosto fazer. Então, esta reflexão gigante é a resposta ao que eu mencionei no [post anterior], no excerto " Na verdade, eu vou fazer um post sobre isso no futuro, porque é um tema muiiito confuso, muito polémico, com TONELADAS de nuances e verdadeiramente importante para mim, mas spoiler sobre o que eu penso: deve-se privilegiar acima de tudo identidade."

Portanto, fica aviso: Se alguém caiu aqui à procura de info sobre lgbt+ e não sabe nem algumas definições básicas, não recomendaria este post. Tenho guias mais úteis neste tumblr: [www]. O post irá refletir sobre como as pessoas não reconhecem a existência de algo até esse algo ser nomeado, e relacionar isso com identidades lgbt+, deitando lenha na fogueira de duas discussões: 1) será que uma pessoa é X se não se identificar com esse X, mesmo encaixando na definição usual? 2) identidades lgbt+ serão algo determinado pela biologia ou pelo meio? 

Que fiquei claro que eu vou essencialmente reclamar da maneira como a maioria das pessoas encara ambas as questões a preto e branco e acha que provar que uma causa se verifica anula a influência de outras causas. Se procuram A VERDADE, não acho que isso exista. Não quando se está a falar de pessoas. Mas sinceramente, acho que este post se aproxima de uma generalização bastante provável, pelo menos, mais do que muitos artigos que falam destes temas com grandes certezas. Preparem-se para ficar com o cérebro derretido.

Figuras históricas lgbt+


Eeeeeee eu já não postava há imenso tempo. Que desculpa vou usar? Faculdade. Por outro lado, tenho algumas novidades que irei mencionar no final do post, apenas quero aproveitar a intro para falar do tema do post. Há uma série de figuras históricas (potencialmente) lgbt+ que normalmente, quando são mencionadas, têm essa parte da sua vida apagadas. Há razões para isso - algumas bastante razoáveis, como o facto de nem sempre dar para ter a certeza - mas não são mais válidas do que as razões pelas quais se devia partilhar essa informação. Então eu quero apresentar os argumentos e depois passar aos nomes - e acreditem que alguns vos vão deixar espantades.

Não basta... + novidades


Ohayou, minna!

Após intensas semanas de trabalhos de faculdade, finalmente consegui trazer um post. Metade deste post vai ser um "desabafo informativo" sobre questões lgbt+ (embora se possa aplicar a outros grupos também), e a outra metade consiste em mim a tagarelar sobre o que tenho feito, como a minha ida ao Iberanime este sábado. Cá vamos nós:

"Barrigas de aluguer" e todas as questões que a lei portuguesa levanta


Ohayou, minna! Antes de tudo, vou avisando que poderá vir a ser complicado postar, pois para além da faculdade, este mês estou ainda a participar no inktober e a seguir tudo à letra: é um projeto onde se faz um desenho todos os dias de outubro, sendo que todos os dias têm um tema e que esses temas mudam todos os anos. Este ano, a proposta oficial é [esta], e embora o terceiro dia já tenha sido complicado que chegue, estou a sentir-me orgulhosa do resultado e é algo que quero mesmo levar até ao fim. Até porque sentia falta de ser tão criativa como ando a ser...

O post de hoje começou a ser montado há já um mês, e é sobre algo que foi autorizado em Portugal há relativamente pouco tempo (julho deste ano): barrigas de aluguer. Como surgiu bastante oposição a isso, eu fui pesquisar e trago aqui as conclusões que tirei.

Musiquinhas lgbt+


Ohayou, pessoinhas ^^

Hoje é o ultimo dia de férias. Não tenho aparecido nos últimos tempos porque agora que finalmente tenho várias coisas em dia, decidi descansar no verdadeiro sentido da palavra, e portanto passei os ultimos dias a jogar a construir coisas nos sims, procrastinar, e comecei a criar um joguinho lgbt+ com um amigo meu em electron ;) Electron é uma linguagem que mistura html, css e javascript, portanto quase de certeza vocês teriam gosto em aprender e uma certa facilidade, e poderiam fazer programas com isso. Digam se quiserem mais incentivos ^^

O que trago hoje foi um post inspirado no que a minha irmã fez ontem antes de dormir: ela cantou uma músiquinha lgbt+, "getting bi", e como ambas conhecemos várias músicas animadas feitas pela comunidade, decidimos compilar uma lista em conjunto para vos mostrar. Até foi da forma que conhecemos músicas novas >.< Vale lembrar que nada nesta lista é propriamente "bonito", apenas relativamente engraçado, talvez relatable, e em alguns casos mandam boas indiretas. 

Problematizando a problematização


Toda a gente neste cantinho sabe que eu sou uma das pessoas mais problematizadoras da blogosfera, certo? Pelo menos eu sinto-me em parte responsável por ter ajudado a pegar moda essas análises sobre representatividade. Agora, o que eu acho que ninguém sabe, é que dá para problematizar a problematização em si, e cada vez mais eu o tenho feito, pois descobri que muita gente problematizadora faz uma bola de neve com os seus argumentos e acaba por considerar tudo proibido, sexualizado, romantizado... mesmo quando claramente isso não se verifica. Moral da história: problematizar é bom, mas também importa saber discernir limites. Para isso, eu irei falar de alguns dos tópicos mais comuns de representatividade (ships lgbt+, personagens femininas, poc e assuntos gerais), e fazer uma lista de críticas legítimas e ilegítimas, e dizer porquê. Irei inicializar tudo com um glossário, que basicamente contextualiza quem são as variantes de radfems e quais os seus argumentos comuns - mas quem quiser pode pular essa parte.

O post que me levou a começar a aprofundar este assunto foi [este bebé], pois basicamente mencionava várias das coisas que já ando a notar há alguns meses sobre como feministas Radicais tentam excluir e vilanizar toda a gente que não consideram aceitável, propagando isso através dos fandoms.