DIY minimalistas à la tumblr


Ohayou, sapinhos!

Como prometido é devido, vou publicar um post por semana. E desta vez... tã-tã-rã! O post vai ensinar a fazer exatamente as coisas que vocês vêm no novo layout! O quê que acharam dele? Eu estou realmente contente, porque ficou tal e qual ao que eu tinha planeado, está responsivo, e tão minimalista quanto eu queria. Ainda por cima, os ultimos layouts tinham sido tudo menos minimalistas e eu adoro variar nos estilos dos meus lays. Como sempre, divirtam-se a caçar os hovers, embora eu não considere que estejam muito diferentes do habitual. O post é consideravelmente simples - vou dar uma lista de sugestões para ter uma decoração minimalista em casa, e partilhar os DIY que ensinam a fazer precisamente os itens decorativos que podem ver no lay novo.

O que é minimalismo? Em, é uma forma de expressão que recorre ao mínimo possível de elementos. Mas na decoração, nas artes e afins, é um estilo não só marcado pelos poucos elementos, como a transmitir uma ideia de limpeza, modernidade e vastidão. É marcado por linhas retas, traços finos, padrões ocasionais e rodeados de espaço livre, muito branco, e as poucas coisas detidas são normalmente de qualidade.

Novidades sobre mim


Ohayou, sapinhos! Achavam que tinham livrado de mim?

Finalmente dá para considerar que estou de férias (estarei mesmo? Descubram no próximo episódio clicando em ler mais!), e decidi regressar com um post de atualizações sobre mim, sobre a faculdade, sobre o que pretendo fazer nas férias e sobre o blog - menciono o futuro layout e posts que já estão quase a sair do forno. Mas aquilo que mais torna este post especial é tudo o que eu conto sobre a primeira marcha lgbt+ a que fui, precisamente ontem. É algo que fico feliz por ter experienciado e que tenciono repetir, e decidi partilhar todos os detalhes convosco ^^

A legalização da prostituição


Este é um debate muito delicado, para o qual eu não sei dizer qual é a solução. Pessoas de muitos círculos diferentes, vários dos quais feministas e liberais, são a favor da legalização, e de facto, este artigo não vai pôr em causa que pessoas que se prostituem devem ter direitos - obviamente devem. O que vai pôr em causa é o quanto cada modelo de regulamentação da prostituição dá resultado, e definir noções que normalmente ficam pouco claras neste tipo de debates. OBS: Embora a prostituição seja maioritariamente exercida por mulheres, eu irei utilizar [linguagem neutra], por um lado para incluir prostitutos, por outro, porque há a possibilidade de estudos que mencionam "prostitutas" e falam exclusivamente no feminino incluirem pessoas que não se identificam como mulheres, mas que foram postas no mesmo barco simplesmente por causa do seu sexo. Considerando que muitas pessoas trans se prostituem precisamente porque não arranjam emprego por ser trans - ou pelo menos, não arranjam um emprego que respeite o seu género e/ou a sua apresentação - parece-me insensível ignorar que sejam desrespeitadas também ao prostituir-se. Isto dito, não tenciono passar por cima de que são corpos entendidos como femininos que são o grande alvo - a percentagem é esmagadoramente maior [www, contém vários dados sobre prostituição] - , e de que a maioria das pessoas que tem interesse na prostituição são homens, particularmente homens cisgénero.