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{Resenha} Shimanami Tasogare


Ohayou! Como prometido é devido, venho hoje trazer o segundo post desta semana ;) Além disso, ainda que com atraso, já respondi aos comentários dos últimos posts até porque a Hinata não me deixaria em paz se eu não o fizesse haha De novo, devo insistir que quem quiser saber novidades sobre mim - e eu gostava particularmente que ficassem a saber pormenores sobre eu [ter acabado a faculdade] e [ter feito uma operação aos olhos] - devem ler esses links, pelo menos a parte sobre a minha vida pessoal. 

Hoje trago uma resenha de Shimanami Tasogare. É um mangá que retrata de forma realista - isto é, sem drama exagerado nem um cenário idealista onde problemas não existem - as vivências de pessoas lgbt+, incluindo uma grande variedade de identidades. A história passa-se no Japão, e é apresentada da perspetiva de Tasuku, que se ia suicidar após ter sido arrancado do armário na escola, mas não o faz devido a um evento que o leva a encontrar uma comunidade.

{resenha} Eu achava que o filme "Alita" só seria bom pelos efeitos...


Well damn, finalmente reapareci. Nem sei por onde começar a contar, pois já estou a fazer estágio curricular (lá para julho termino o curso) e isso é praticamente trabalhar e ter aulas ao mesmo tempo, portanto claro que não tenho conseguido aparecer aqui - diga-se de passagem que estou a gostar mais de estar na empresa que nas aulas xD Também me tenho mantido firme com duas resoluções, ler Wheel of Time, e o meu projeto de transformar sims num jogo de fantasia medieval muahahaha. Neste momento estou a tentar recriar Skyhold, de [Dragon Age Inquisition], e aproveitei para continuar o mapa dos 9 andares que tinha começado a desenhar há mais de um ano. As minhas ideias estão cada vez mais ambiciosas e é possível que disponibilize os builds, se bem que algumas pessoa terão de diminuir bastante os gráficos e não sei se conseguirei dizer onde encontrei todo o CC usado. 

Vi Alita há duas semanas atrás e nunca desejei tanto ver um filme uma segunda vez no cinema, pois os efeitos são tão, mas tão bons, que ver isto em casa será uma desilusão comparativamente às memórias que tenho. Mas quando fui ver, ainda não tinha assistido a nenhum dos trailers completos e não esperava muito mais que uma história meh com efeitos cativantes. Pois bem, enganei-me redondamente. Alita é adaptado de um mangá que tem uma protagonista tão fabulosa que nem sei como é que tantes supostes feministas falam mal (oh wait, grande parte  fala mal porque não foi ver, afinal acham que "ela parece uma sex doll" ou que suportar a Capitã Marvel implica não suportar Alita pelo simples facto de a maioria dos homens preferir Alita) e, pelo que parece, este filme - que terá continuação - só adapta os 4 primeiros volumes do mangá, ou seja a parte mais desinteressante da história. Se isto é desinteressante e Alita não é uma protagonista humanizada e bem concebida, eu não sei o quê que as pessoas entendem por isso, fogo. Sure, eu não aprovo a quantidade de gente que anda a insultar mulheres feministas como SJWs, mas sinto que a noção do que é uma boa personagem feminina está cada vez mais rígida e questionar esse conceito será o tema do próximo post. Agora, vamos à resenha (não tem spoilers, apenas hints)...

OVAs maravilindas


Então... Amanhã vou responder aos comentários novos e com um bocado de sortre comentar noutros blogs. Sinto que o tempo ainda está apertado, mas é um mínimo que eu tenho de fazer. Já agora, mal comece novembro, eu quero tentar participar do desafio NaNoWriMo, que desafia os participantes a escrever uma novel inteira durante Novembro, escrevendo X palavras por dia - podem ver mais e participar oficialmente no [site oficial]. O prémio é simplesmente conseguir acabar as histórias que temos na cabeça >.< E sim, parece mesmo o tipo de coisa que vou conseguir fazer numa das alturas mais ocupadas do ano, eu sei... O que vale é que agora tenho o quarto só para mim e já ninguém me deve descobrir se eu ficar acordade até tarde a escrever.

Hoje vou resenhar 3 filmes de animes - aquela coisa que sempre me fez torcer o nariz e sempre vi como meh - que superaram as minhas expectativas. E à fama que dois destes filmes têm, as minhas expectativas já não eram propriamente baixas. São 3 pérolas que restauraram a minha fé em filmes de anime e portanto recomendo a toda a gente ver ^^ Já agora, não vou comentar isto nas resenhas individuais porque é comum a todos os filmes, mas tanto a arte como a animação foram impecáveis. 

Páginas de mangás que mais me marcaram


Ohayou, sapinhos! Hoje sim, vou realmente fazer um post de domingo. Devo dizer que a primeira semana de aulas foi pacífica mas deu a entender que terei muito trabalho este semestre, mas o lado positivo é que vamos aprender a fazer jogos ;) Numa das cadeiras, digo. Em todo o caso, eu tentei não ser descuidade e não deixar a pouca matéria que já demos acumular, portanto todas as tardes gastei umas 3 ou 4 horas a estudar.

Andava há séculos com vontade de fazer este post - que, convém demarcar desde o princípio, contém spoilers. É um pequeno conjunto de páginas de mangás que me marcaram muito. Por norma, a não ser que a história realmente me envolva e haja uma diferença abismal na adaptação, eu costumo optar por ver animes e não por ler os mangás. Porém, recentemente tenho começado a gostar mais de ler os mangás, a não ser que a arte seja pouco atrativa. Gosto dos mangás por causa do número de pormenores, por me ser mais fácil interromper a leitura quando bem me apetecer, porque não tenho de usar fones e porque é incrível como apenas em preto e branco se consegue criar tantos efeitos diferentes e passar emoções tão distintas. Claro, o que trago aqui terá alguns comentários, pois não sabendo o contexto não se sente a mesma coisa que eu senti pelas imagens, e seja como for, não estando a par da história duvido que alguém se identifique com o que eu senti. Mas cá vamos - utilizei a versão colorida das páginas sempre que a encontrei.

OBS: Eu comecei a fazer este post há para aí 2 anos e por alguma razão não me ocorreu sequer colocar os créditos pela coloração. Se alguém souber, agradeço.

Porquê que a representatividade lgbt+ em Voltron desiludiu


Então... hoje não haverá recomendações do dia. Porque eu não tenho tempo para fazer dois posts, mas quero desabafar sobre este assunto. Mesmo ainda não tendo visto a sétima temporada de Voltron, já sei spoilers de praticamente tudo e, apesar de estar certa de que a temporada tem vários pontos fortes e que vou gostar dela como um todo, isso é completamente irrelevante para analisar a tão prometida - mas não inteiramente entregue - representatividade lgbt+. O post contém spoilers e sugiro que parem de ler a partir daqui se não viram até à sétima temporada, incluída. O post não irá dirigir qualquer forma de ódio à equipa por trás de um "anime" tão bom nem irá entrar em guerras de ships, mas sim considerar o enredo, o marketing, informações dadas em entrevistas e a forma como tudo isso contribuiu para dois conceitos problemáticos dos quais a comunidade lgbt+ já está cansada de explicar porquê que magoam: queerbaiting, e a trope Bury Your Gays. Também pretendo esclarecer dúvidas que tanta gente parece ter em relação à má representatividade de que Voltron está a ser acusado - por exemplo, confundindo as acusações de queerbaiting com as acusações da trope que mencionei.

Novidades sobre mim


Ohayou, sapinhos! Achavam que tinham livrado de mim?

Finalmente dá para considerar que estou de férias (estarei mesmo? Descubram no próximo episódio clicando em ler mais!), e decidi regressar com um post de atualizações sobre mim, sobre a faculdade, sobre o que pretendo fazer nas férias e sobre o blog - menciono o futuro layout e posts que já estão quase a sair do forno. Mas aquilo que mais torna este post especial é tudo o que eu conto sobre a primeira marcha lgbt+ a que fui, precisamente ontem. É algo que fico feliz por ter experienciado e que tenciono repetir, e decidi partilhar todos os detalhes convosco ^^

[mega-resenha] Porquê que Houseki no kuni me venceu


Ohayou ^^ Como prometido é devido, trago a resenha de um dos animes que já entrou no meu top de favoritos, certamente para ficar. Trata o conceito de género de uma maneira que me agrada imenso e torna-se gradualmente mais maduro e denso psicologicamente. É um anime de 12 episódios realizado pelo estúdio orange que adpata o mangá de mesmo nome, fazendo uso de arte CG de uma maneira que impressionou toda a gente pela positiva. Aqui recomendações de outras pessoas: [www www www]

Não basta... + novidades


Ohayou, minna!

Após intensas semanas de trabalhos de faculdade, finalmente consegui trazer um post. Metade deste post vai ser um "desabafo informativo" sobre questões lgbt+ (embora se possa aplicar a outros grupos também), e a outra metade consiste em mim a tagarelar sobre o que tenho feito, como a minha ida ao Iberanime este sábado. Cá vamos nós:

Problematizando a problematização


Toda a gente neste cantinho sabe que eu sou uma das pessoas mais problematizadoras da blogosfera, certo? Pelo menos eu sinto-me em parte responsável por ter ajudado a pegar moda essas análises sobre representatividade. Agora, o que eu acho que ninguém sabe, é que dá para problematizar a problematização em si, e cada vez mais eu o tenho feito, pois descobri que muita gente problematizadora faz uma bola de neve com os seus argumentos e acaba por considerar tudo proibido, sexualizado, romantizado... mesmo quando claramente isso não se verifica. Moral da história: problematizar é bom, mas também importa saber discernir limites. Para isso, eu irei falar de alguns dos tópicos mais comuns de representatividade (ships lgbt+, personagens femininas, poc e assuntos gerais), e fazer uma lista de críticas legítimas e ilegítimas, e dizer porquê. Irei inicializar tudo com um glossário, que basicamente contextualiza quem são as variantes de radfems e quais os seus argumentos comuns - mas quem quiser pode pular essa parte.

O post que me levou a começar a aprofundar este assunto foi [este bebé], pois basicamente mencionava várias das coisas que já ando a notar há alguns meses sobre como feministas Radicais tentam excluir e vilanizar toda a gente que não consideram aceitável, propagando isso através dos fandoms.

{mini-resenhas} Comentando animes e mangás


Esta semana comecei definitivamente a aprender a tornar blogs responsivos - já sabia razoavelmente fazer-lo em templates genéricos, mas não no blogger, e só ontem é que consegui converter uma das minhas bases (que eu achava que estava pronta, mas não está). Muitos dos tutoriais na net, supostamente adaptados ao blogger, não funcionavam, e portanto eu estou bastante contente por estar a conseguir improvisar. Como se não bastasse, estou a organizar todas as minhas dicas relativamente ao assunto para um post que deve sair para a semana no chuva de html ~o blog ainda não morreu! (っ^▿^) ~ e estou ainda a fazer uma base 100% editável, que claro, irei disponibilizar. Assim, mesmo quem não quiser aprender a fazer lays responsivos pode partir daquela base, que já terá metade do trabalho feito. OH, E EU SEI QUE AINDA NÃO RESPONDI AOS COMENTÁRIOS! Maaaaas descobri que, sem ser através do google chrome, o bug não acontece e sou capaz de comentar sem problemas.

Este post é basicamente um conjunto de mini-resenhas de animes e mangás.

O quê que ando a acompanhar


Ohayou, minna-san! FELIZ NATAL!

Se tudo correr bem, hoje apareço aqui com um layout novo, o que é um pouco de duvidar, mas não é impossível. Se não conseguir hoje, pelo menos gostaria de fazer algo para o ano novo, para mudar de cara. A minha questão é: continuo a postar aqui, ou volto para o FS? O Forever Sapo foi importante para mim, mas acho que agora estou bastante confortável com este blog e que me identifico realmente com ele, então se calhar este vai passar a ser o meu blog oficial enquanto que o FS será apenas um blog que marcou uma fase bem importante da minha vida. É claro, quem aterrar aqui do nada não me conhecerá tão bem como quem me conhece do FS, mas ainda assim, acho que me vou ficar por aqui. Mas quero ter a vossa opinião em conta. 

Enfim, o post de hoje será sobre as coisas que ando, muiiiiiito lentamente, a acompanhar. O post seguirá este formato:
Nome [categoria] - meu status - onde ver - comentários

Recomendando Voltron


Então, alguém já aqui ouviu falar de Voltron? É possível, sim. A produção é da Nickelodean, e creio que pelo menos um dos responsáveis pelo carácter design, Joaquim dos Santos, fez parte da equipa de Korra ou ajudou na arte desta. É outro pseudo-anime que me ganhou completamente. E eu não queria falar disto já, porque eu gostava de fazer uma mega resenha no FS quando terminasse todas as temporadas, mas como ainda estão em lançamento, demoraria muito e o «trailer da season 2» não me deixará aguentar. O meu coraçãozinho está desesperado por surtar, então cliquem em ler mais, e aturem-me ;)