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Páginas de mangás que mais me marcaram


Ohayou, sapinhos! Hoje sim, vou realmente fazer um post de domingo. Devo dizer que a primeira semana de aulas foi pacífica mas deu a entender que terei muito trabalho este semestre, mas o lado positivo é que vamos aprender a fazer jogos ;) Numa das cadeiras, digo. Em todo o caso, eu tentei não ser descuidade e não deixar a pouca matéria que já demos acumular, portanto todas as tardes gastei umas 3 ou 4 horas a estudar.

Andava há séculos com vontade de fazer este post - que, convém demarcar desde o princípio, contém spoilers. É um pequeno conjunto de páginas de mangás que me marcaram muito. Por norma, a não ser que a história realmente me envolva e haja uma diferença abismal na adaptação, eu costumo optar por ver animes e não por ler os mangás. Porém, recentemente tenho começado a gostar mais de ler os mangás, a não ser que a arte seja pouco atrativa. Gosto dos mangás por causa do número de pormenores, por me ser mais fácil interromper a leitura quando bem me apetecer, porque não tenho de usar fones e porque é incrível como apenas em preto e branco se consegue criar tantos efeitos diferentes e passar emoções tão distintas. Claro, o que trago aqui terá alguns comentários, pois não sabendo o contexto não se sente a mesma coisa que eu senti pelas imagens, e seja como for, não estando a par da história duvido que alguém se identifique com o que eu senti. Mas cá vamos - utilizei a versão colorida das páginas sempre que a encontrei.

OBS: Eu comecei a fazer este post há para aí 2 anos e por alguma razão não me ocorreu sequer colocar os créditos pela coloração. Se alguém souber, agradeço.

Universal/Inclusive design é uma coisa fuderosa


Ohayou, sapinhos! Eu já estava para fazer este post há muito tempo, mas falar disso num trabalhinho (de uma disciplina inútil durante a maioria do semestre) da faculdade - não havia grande limitação de tema e eu sugeri este - motivou-me a finalmente acabar o rascunho, ainda para mais considerando que eu queria dar um exemplo concreto e a nossa apresentação tem tudo o que eu preciso ^^

Vim falar de inclusive design, uma coisa que eu conheci há provavelmente um pouco mais de um ano mas nunca tirei muitos dias para pesquisar sobre o assunto, embora tivesse noção de uns quantos exemplos que considerei geniais desde o começo. Inclusive design, maioritariamente conhecido como universal design, visa criar um ambiente que vai ao encontro das necessidades de toda a população, sendo acessível e conveniente para as pessoas independentemente da sua idade, tamanho ou corporalidade (por exemplo, se têm deficiências físicas ou não). Não se destina apenas a minorias sociais, mas a permitir a interação entre diferentes grupos de pessoas, contribuindo para a união da sociedade. Objetivos de destaque: reduzir a exclusão social e permitir a autonomia.  

Estou a tornar-me uma pessoa saudável? + dicas


Ohayou, minna! A minha pessoa tem estado muito ausente, mas na verdade tenho sido extremamente produtiva e estou radiante com os meus feitos. Não conseguir postar no blog é provavelmente a única coisa que me desanima. Sinto que estou a acumular uma quantidade imensa de posts que podia já ter concluído mas não o fiz por ter sempre ideias novas, mas eu tenho descoberto que o meu telemóvel (que tenho há uns meses) aguenta com imensas apps pesadas, então, instalar o blogger não o afetou em nada. Eu sempre soube que um bom telemóvel seria útil, mas eu acho que adultos nem imaginam como pode ser life-saving para quem passa muito tempo fora de casa. Com isto consigo aproveitar todos os segundos do meu tempo, inclusivamente as duas horas que passo em viagem são duas horas de sono que poupo. 

Enfim, eu ia listar alguns posts que tenho na manga e que decidi ir completando enquanto estou na faculdade, mas que tal ficarem com esta notícia de Portugal? São momentos como estes que denotam que portugal é um país tao seguro que chega a ser totó: [www]
 {a intro é tão grande que o tema do post só é abordado depois do ler mais}

J.K. Rowling já foi ultrapassada pelos fãs há milénios


Ohayou, sapinhos ^^ Tenho a certeza que repararam no novo layout, que realmente me deu muito gosto fazer - afinal, há tempos que não fazia layouts temáticos, e o tema deste e a personagem Phos de Houseki no kuni, que resenhei [aqui] e está no meu top de animes e mangás favoritos. Eu sei que não posto nada há séculos, e penso que o espaçamento entre postagens continuará a ser enorme por muitos mais meses - culpem a faculdade. Tenho imensos posts quase prontos nos rascunhos, mas nem  sempre tenho energia para os acabar, e estou a aproveitar esta semaninha de férias da faculdade para pôr algumas coisas em dia, daí o blog também não ter sido o meu foco. Sábado ou domingo vou tirar um tempo para comentar nos meus bloguinhos mais amados, então acreditem que não deixei de estimar ninguém :3

Este basicamente é um post bem pissed com as atitudes que a autora de Harry Potter tem denotado nos últimos anos. Caso eu esteja a parecer muito bruta, talvez seja melhor começarem pela segunda metade do post. Irei listar e comentar algumas das atitudes mais desrespeitosas que tenho visto da parte dela - e preparem-se, porque eu gosto de fazer posts completos - e comentar a ironia de Harry Potter ter sido dos livros mais responsáveis por adultos mente aberta.

Figuras históricas lgbt+


Eeeeeee eu já não postava há imenso tempo. Que desculpa vou usar? Faculdade. Por outro lado, tenho algumas novidades que irei mencionar no final do post, apenas quero aproveitar a intro para falar do tema do post. Há uma série de figuras históricas (potencialmente) lgbt+ que normalmente, quando são mencionadas, têm essa parte da sua vida apagadas. Há razões para isso - algumas bastante razoáveis, como o facto de nem sempre dar para ter a certeza - mas não são mais válidas do que as razões pelas quais se devia partilhar essa informação. Então eu quero apresentar os argumentos e depois passar aos nomes - e acreditem que alguns vos vão deixar espantades.

Musiquinhas lgbt+


Ohayou, pessoinhas ^^

Hoje é o ultimo dia de férias. Não tenho aparecido nos últimos tempos porque agora que finalmente tenho várias coisas em dia, decidi descansar no verdadeiro sentido da palavra, e portanto passei os ultimos dias a jogar a construir coisas nos sims, procrastinar, e comecei a criar um joguinho lgbt+ com um amigo meu em electron ;) Electron é uma linguagem que mistura html, css e javascript, portanto quase de certeza vocês teriam gosto em aprender e uma certa facilidade, e poderiam fazer programas com isso. Digam se quiserem mais incentivos ^^

O que trago hoje foi um post inspirado no que a minha irmã fez ontem antes de dormir: ela cantou uma músiquinha lgbt+, "getting bi", e como ambas conhecemos várias músicas animadas feitas pela comunidade, decidimos compilar uma lista em conjunto para vos mostrar. Até foi da forma que conhecemos músicas novas >.< Vale lembrar que nada nesta lista é propriamente "bonito", apenas relativamente engraçado, talvez relatable, e em alguns casos mandam boas indiretas. 

Feminismo VS outros movimentos/conceitos associados


{Ajuda a ganhar seguidores? Só tenho 15 porque nunca divulguei este cantinho, não sei se devia ter deixado o FS...}
Ohayou, sapinhos! Antes de mais, fica aqui o aviso de que já fiz o [tutorial] para tornar layouts responsivos, juntamente com uma base editável.

Hoje trago apenas algumas definições, e o post será muito mais curto que o anterior - até porque sei que ainda quase ninguém teve tempo de o ler, muito menos de comentar. Talvez o tutorial acima vos motive a comentar mais? ;) Embora eu seja a ultima pessoa a poder queixar-me... Enfim, vim falar de obviamente feminismo, e de outros movimentos e conceitos associados como o humanismo, o egalitarian...

Nota importante: este post não tem o propósito de dizer qual movimento é melhor, apenas esclarecer sobre a definição, sobreposição e distinção entre movimentos - desde que a pessoa lute por justiça, o nome que dá a si própria é uma questão irrelevante. Contudo, pretendo sim explicar porquê que me considero uma feminista interseccional.

Ainda há bastante racismo em Portugal


{nota: afiliados, querem fazer o favor de trocar o link do Forever Sapo pelo do caixa de Surpresas?}
{agradeço a quem seguir o blog: cliquem na imagem do gadget "sapinhos"}
Ohayou, minna!

Comecei a escrever este post há quase um mês, mas demorei a concluí-lo pois pelo meio finalizei o jogo DAI, e porque decidi que deveria pesquisar mais a fundo sobre o tópico antes de poder postar isto. Escrevi-o com um certo sentido de ironia já que, como vários de vocês se devem lembrar, fiz (há um ano exato!) [este post] onde eu falava de várias questões raciais globais e genéricas, mas dizendo que agora isso já não era o problema predominante e que, hoje em dia, o problema era mais o whitewashing e colorblindness, versões mais "subtis" de racismo. Também denotei, nesse post, a perspetiva de quem nunca o tinha vivenciado nem em primeira nem em terceira pessoa, e que não o considerava um problema muito marcante em Portugal. Agora, escrevo isto sob um olhar diferente - não é que essa versão subtil do racismo não seja, até, uma das mais predominantes, em Portugal especialmente. A questão é que eu estava iludida em considerá-la pouco frequente, em vê-la como um problema distante, e a minha escolha de palavras possivelmente transmitiu a ideia de que impactava menos que as macroagressões racistas ou que era a única que existia. Nada disso é verdade, e eu sabia, mas demorou-me vários meses até o conseguir "sentir" devidamente. E aqui quero abordar o racismo de uma perspetiva mais próxima e menos teórica.

O que me levou a escrever isto foi o artigo [Falar de etnias ainda é tabu em Portugal].