Ok, ok, este post é tão curto que só tem ler mais por razões estéticas. Já agora, devo dizer que ainda não respondi aos vários comentários, mas sim, Hina-clone, o seu palpite está provavelmente certo. Não respondi porque a minha pessoinha começou a ter semanas doidas desde a passada - esta semana será a pior, pois teremos 3 testes, mas a próxima será também complicada por termos um teste e uma apresentação de trabalho, sendo que o trabalho terá de ser apresentado numa página web. Adivinhem quem é que se ofereceu para fazer o layout? *riso maléfico*
- Contava com mansplaining» quando homens assumem que a (presumida) mulher com quem estão a falar não sabe algo, ignorando possíveis formações e competências dela, e acima de tudo, ignorando quando ela afirma saber aquilo que ele já está a explicar. Qd ela é acreditada, é-o de forma cética, apenas após responder devidamente a várias perguntas "de segurança", vai que ela achava que sabia algo que afinal não sabe... -.- Enfim, aqui no meu curso não encontrei nada disso. Não que não hajam rapazes a explicar-nos coisas - a questão é que o fazem SEM SER de forma condescendente, e confiam nas coisas que nós dizemos. Claro, o que está errado, está errado, mas pelo menos ninguém parece suspeitar da nossa inteligência só por sermos e um certo género.
- Contava com gente a tratar-nos como posers em termos de animes, jogos...» Não é que muitas de nós sejamos gamers e otakus (aliás, somos só 3 raparigas cis né), mas eu e a Vera somos certamente, e nunca nos trataram como alguém que só estivesse a fazer de conta. De jogos, eu admito abertamente que não sei muito - só conheço os títulos, mas nunca testei a maioria deles - mesmo assim ninguém faz caso. Tratam-me apenas como tratariam alguém que tem interesse em algo, mas não investe nesse interesse. E já notaram que eu percebo bem de animes.
- Esperava descuido com pronomes» Na verdade, isso acontece. É comum ver até os próprios stôres (apenas os homens) referirem-se à turma como se fosse apenas constituída por rapazes. E ainda no outro dia, um colega meu, a responder a uma coisa a uma stôra, utilizou "um homem" numa frase relativamente assim: "Tem de haver alguém responsável por controlar os outros cargos", usando "um homem" em vez de "alguém". Mas a minha stôra chamou-lhe atenção para ele tentar usar uma linguagem mais inclusiva, e os meus colegas de turma até brincaram com ele a chamar-lhe de "machista" e afins, em vez de se sentirem ultrajados. O que é apenas decência básica, mas depois de eu já ter visto idiotas ficarem ofendidos com um pedido tão simples, foi bom ver alguém a reagir bem. Foi refrescante.
- Esperava um certo "assédio"» Nada demais, mas algumas bocas. Aliás, as praxes - lideradas pelos doutores/corvos, que sim, são aquelas pessoas que trajam uma capa preta e que inspiraram os uniformes de Harry Potter (pois a autora esteve uns anos em Portugal) - de outras faculdades dizem que para vencer a ISEP ~le minha faculdade~ basta enviar uma "gaja boa". O que possivelmente é verdade, contudo, no dia a dia nunca vi nenhum comentário minimamente abusivo, nem nenhuma proximidade forçada.
- Always raining here» uma comic BL adorável que já recomendei no FS «chegou ao fim.
- Yuri on Ice» eu realmente tenho esperanças de que o fanservice passe disso, e patinadores reais andam a assistir e apoiar o anime.
- 2 fics Klance {Voltron}» Crossroads + Dirty Laundry. A primeira é mais séria e até um pouco dramática, para além de ter um plot bem engenhoso. A segunda é hilária e fofa ao extremo. Contudo, ambas tratam temas bem sensíveis e belos, e creio que podem ser lidas mesmo por quem não viu o anime. Ambas ENORMES.




