Olá de novo, sapinhos! Estou a começar a escrever isto horas após de ter publicado o último post.
Depois do masterpost anterior a questionar o conceito de personagens femininas fortes, tal como prometi lá, vou dedicar este post a falar de coisas pessoais: tanto novidades, como uma tag que a [
Hina-clone] me recomendou, por essa ordem.
Spoiler: já me podem chamar de engenheire ;) E já agora, quando comecei a escrever a tag estava com os meus melhores amigos - como menciono numa das frases para completar - e eles ajudaram-me a ter ideias. Bem útil poder contar com pessoas que me conhecem tão bem quando estou
braindead.
Novidades
Por muito que eu lamente que ninguém tenha lido o meu [
post de maio] - ou pelo menos, não comentado - não posso dizer que não compreenda. Afinal, não apareci em blog nenhum para dar notícias do meu aparecimento momentâneo, e ainda não o vou fazer. Eu agora posso finalmente dizer que estou de férias e só falta poder levantar o diploma para me considerar finalmente engenheire! É isso mesmo, eu já acabei a faculdade... É uma noção estranha, porque parece que comecei ontem e, acima de tudo, porque o meu curso foi muito mais breve - e intenso, quem sabe - que o de várias blogueiras que começaram a estudar antes de mim e ainda estão nessa fase. Além disso, de alguma forma já
arranjei emprego que irei começar a 5 de Agosto, e este pouco tempo de férias é muito curto para assimilar tudo xD Estou a dedicar estes dias em casa a, acima de tudo, descansar, pois diria que este último semestre acabei por atingir o meu [
burnout], que de alguma forma consegui evitar quase 3 anos. E deu-me um desânimo enorme saber que já esgotei duas semana de férias sem conseguir fazer nada das coisas que me fariam sentir produtive e feliz, nem sequer acordar cedo... Acho que - finalmente - já estou a começar a ficar melhor, não em termos de hábito nem particularmente quanto à minha força de vontade, mas pelo menos sinto-me um pouco mais animade. Decidi que, já que o meu mindset anda voltado para jogar, vou recomeçar Dragon Age com as DLCs, e já acabei Witcher 3, pois era uma das minhas metas deste ano
(que nunca mais concluía porque sempre que pegava no jogo decidia fazer sidequests). E fazer alguns posts, idealmente mais que um por semana.
O post de maio é bom para ficarem a saber da minha operação milagrosa aos olhos, de como a faculdade é um horror, de coisas sobre as minhas gatas e sobre a minha visita a uma antiga escola (Em fevereiro! Como assim já passou tanto tempo?). Also, eu fiz algumas mini-resenhas e recomendações. São updates sobre mais uma fase importante na minha vida... afinal, estava e a acabar o curso e tal...
Posts futuros que podem esperar: muitas resenhas de coisas relacionadas com fantasia, até porque é uma boa forma de contrastar com este mega-post informativo e assim há um resultado produtivo para as únicas coisas que me têm apetecido fazer: jogar, e assistir coisas. Acho que vou chamar a essa coleção de posts - que não são exatamente resenhas, apenas artigos sobre a minha nova opinião sobre essas coisas e que podem remeter para possíveis antigas resenhas minhas - de "Revisitando {nome da obra}". Primeiras coisas que deverão sair: Avatar Aang, Skyrim, Dragon Age, e talvez mesmo Ouran High School, se eu concluir o anime que decidi rever numa altura em que andava sem grande animação. Já resenhas inteiramente novas seriam Witcher 3, Promised Neverland e definitivamente Shimanami Tasogare. De facto, este último se calhar resenho daqui por poucos dias, já que tenho grande parte da opinião escrita nas minhas morning pages.

Tag: Completando frases
Regras
- Completar todas as frases.
- Repassar o meme para 5 pessoas e avisá-las sobre.
- Ao repassar as frases, você pode optar por manter as mesmas ou inventar outras.
Martelé, segundo o meu zucchini Pedro. Ele é quase un prodígio a tocar violino dado quão tarde começou a aprender, e ele disse que Martelé é uma técnica de violino (não sei se foi bem assim que ele explicou, não o culpem por eu distorcer a definição) onde o som inicial é muito mais intenso e depois diminui. Não percebi muito bem, mas sei que achei adequado porque, sendo uma perfeita encarnação do signo carneiro/áries, eu realmente tenho muito entusiasmo por quase tudo no começo e vou deixando de ter com o tempo.
Injustiças. Fico a fervilhar com isso, especialmente se as pessoas com autoridade para julgar essas injustiças parecem fazer-se de burras ou ignoram deliberadamente double standards e o preconceito das suas próprias palavras. Detesto injustiças, mas detesto ainda mais quando autoridades - que podem ser simplesmente os pais de uma criança que está a ser culpada numa situação em que foi a vítima - não vêm isso e ainda as reforçam.
Ai, esta pergunta e a seguinte são difíceis, eu sou uma pessoa pacata. Bem, eu nunca fiz coisas que pessoas com a minha idade fizeram: beber, fumar, drogas, ir a discotecas, sexo... Serve como resposta?
A minha vida é demasiado aborrecida e certinha para eu responder a isto. Humm... mas eu já considerei a possibilidade de mudar de nome e género legal. A razão pela qual não fiz isso até nem foi uma decisão ou conclusão a que eu cheguei, mas três factos sobre como isso funciona em portugal: primeiro, é preciso pagar 200 euros e nem valeria realmente a pena; segundo, nunca teria o meu género correto pois só há as opções masculino e feminino, não há nenhum outro/terceiro-género nem nada que pudesse incluir pessoas não-binárias; e por fim, aqui em portugal há uma lista de nomes masculinos e femininos, limitados (já vi imensos nomes aí no brasil que aqui nunca seriam permitidos...) e as pessoas têm de ter um nome de acordo com o género, respeitando essa lista. Assim, não só não há nomes "neutros", como todos os nomes que vi que poderiam deixar mais dúvidas quanto ao meu género estavam na lista de nomes masculinos, e até que ponto valeria a pena mudar o meu género legal para masculino por causa disso? Eu queria ter mudado de nome para Ari, que significa leão mas é bastante fofinho em simultâneo (e eu adoro o contraste entre a impressão que passa e o significado), soa de forma muito similar a Any (que como sabem, é a abreviatura de Anilyan, o nome falso que uso aqui no blog) e ainda é a mistura perfeita entre os meus dois primeiros nomes reais, Ana Rita. Teria sido simplesmente perfeito...
Eu falava pelos cotovelos. Até aos 10 anos, aliás, eu era uma pessoa super popular, enérgica e extrovertida. E quando a minha irmã ainda pouco mais era que um bebé e quase não falava, sempre que as pessoas lhe faziam perguntas ou tentavam conversar por ela, eu respondia a tudo o que perguntavam à minha irmã por ela e nunca mais me calava. Sidestory: uma vez perguntaram à minha irmã, por ela não responder nada, se o gato lhe tinha comido a língua, e ela simplesmente mostrou-lhes a língua xD
6) Neste exato momento...
Estou a almoçar com amigos meus, os meus zucchinis: o meu ex namorado Bruno que conheço há anos e já mencionei em vários posts, um autêntico raio de sol, e o meu amigo Pedrinho, que é uma alma profunda e inquieta e extremamente bondosa e é digno de ser classificado pelo tumblr de cinnamon roll. Mas também é um génio e acabou de tirar na apresnetação final da faculdade dele 19, sendo que tecnicamente essa é a nota máxima pois os critérios são estúpidos e impossibilitam que alguém na nossa situação tire realmente 20.
Eu prefiro nem pensar nos meus medos sérios que me dão constantemente pesadelos e em parte estão atados ao facto de ter crescido "como mulher" (para quem não sabe, sou não-binárie), a issues com o meu corpo derivados de disforia e não só, e questões relacionadas com a minha sexualidade também. Nah, eu devia falar de medos silly. Só que eu acho que não tenho medos silly... ah, tenho sim! Elevadores! Basicamente, eu detesto usar elevadores - o que vejo como algo positivo, afinal só me faz bem usar as escadas - em grande parte devido a viver num prédio onde, durante anos, o elevador estar constantemente a avariar e a ficar com pessoas presas lá dentro. Só após muitos anos é que apareceu um técnico decente que disse que aquilo parecia que nunca tinha sido arranjado em condições, e desde aí praticamente não houveram problemas, mas a ideia de ficar prese num elevador ainda me assusta. Eu uso, se tiver de ser, mas prefiro evitar.
De arco-íris ;) Sinceramente, quando era pequene eu tinha a mania de brincar às fadinhas e usar arco-íris como um símbolo delas, aliás, até o meu próprio nome falso - Anilyan - deriva do primeiro conto que eu escrevi, com cerca de 8 anos, que por sua vez consistia num sonho: era sobre fadas arco-íris (cada fada representava uma cor, logo haviam 7 fadas) e a fada vermelha teve de fazer qualquer coisa para salvar o mundinho delas ou lá o que foi, mas a azul-claro também tinha alguma coisa de especial. E o nome Anilyan tem 7 letras - uma para cada cor - onde por ordem o primeiro A corresponderia ao vermelho, e o Y ao azul claro. Então eu assino o primeiro A com uma estrela já que representa a personagem principal, e o Y é a minha letra favorita no lugar da minha cor favorita. Sim, isto tem muito simbolismo >.< Mas para além disso, quando era pequene os meus pais sempre disseram que esta minha mania dos arco-íris e das fadas ia passar quando eu crescesse, e eu afirmava que não. Pois bem, eu tinha razão, já que é impossível ser LGBT+ e não ter nada a ver com arco-íris. Até a minha mãe brinca com isso.
Consigo trabalhar em algo que gosto - ou mesmo que não goste assim tanto - e consigo atingir os objetivos previstos. Produtividade é a origem da minha felicidade, e nem sequer é por eu me sentir útil ou que tenha o dever de ser assim - é mesmo porque eu gosto dos resultados. Isto relaciona-se com a frase 11.
10) Se pudesse voltar no tempo...
Faço da sabedoria da Hinata e da Shana as minhas palavras. Basicamente, eu acredito que acontece o que tem de acontecer, que todos os cenários possíveis ensinam alguma coisa e abdicar dos ensinamentos pelos quais passamos seria abdicar de pequenas coisas que nos tornam quem somos.
Colocar o que tenho na mente em algum suporte material, papel ou digital. Eu gosto de ter skills como saber desenhar e escrever razoavelmente e tal, mas eu não ADORO desenhar, ao contrário do que toda a gente acha. Eu só desenho tanto porque, quando tenho alo na cabeça, sinto uma necessidade enorme de a colocar em algum lado que não permita que se desvaneça com o tempo, facilite a minha apreciação e análise dela e possa ser partilhada com alguém. E quando escrevo, a motivação é a mesma, sendo que eu opto por escrever em vez de desenhar quando acho que essa mídia permite capturar melhor o que tenho na cabeça. Também já tentei aprender modelagem 3D, e gostava de saber fazer animação, com esse mesmo objetivo. Se eu pudesse projetar o que tenho em mente para imagens holoscópicas, movendo-as, fazendo-as falar e tudo, e depois guardá-las em algum lado para rever sempre que quisese, era perfeito e eu desenharia muito menos. Eu adoro sempre a mesma coisa - tentar captar isso da melhor maneira possível é que será a luta da minha vida.
Tirava um ano de férias. Aliás, nem eram férias férias, porque eu iria fazer imensa coisa, mas era um ano sem estudar coisas que me são impostas nem trabalhar. Porra, eu merecia, o meu cérebro está morto. Mas não posso, porque é preciso dinheiro.
Criar centro lgbt+. Já falei um pouco disso, e tenho algumas ideias bastante detalhadas inclusivamente sobre as atividades que decorreriam lá, regras e funcionamento. Mas essencialmente, era um centro dividido em 3 partes: livraria/biblioteca, café e um cantinho para expor coisas criativas, potencialmente à venda (meio atelier e meio loja). Seria um espaço essencialmente educativo, convidativo a quem se queria informar sobre o assunto sem ter de conviver em discotecas e bares e para as pessoas da comunidade que também gostam deste tipo de ambiente mais calmo.
De tempo. Sim, eu sei que é a respota óbvia, até mesmo pelo estado lastimável em que o blog se encontra e pela minha ausência nos vossos cantinhos, mas creio que quem lê o blog não tem essa noção tão clara quanto as pessoas que convivem comigo. Só quem convive é que vê o quão constantemente eu estou a fazer lisas e planear tudo para não desperdiçar um único minuto, e vê o drama que eu faço se acabar por dormir mais uma hora do que tinha planeado porque isso vai estragar a minha ToDo List, ou quando a minha estimativa do que tempo que uma tarefa demoraria está errada, interferindo com o resto todo e... bom, paremos por aqui.
Pergunta difícil, porque quer dizer que tenho de gostar um bocadinho xD Ah, diria K-pop e J-pop. Não me matem, ao menos gosto um bocado haha. Acho ouvível, acho que há músicas bem giras, coreografias também, e estética mais ainda, mas não consigo morrer de amores e não acho que alguma vez vá.
Vítimas
Considerando que não tenho convivido com ninguém, acho que não vou passar a tag. Mas se não a tiverem recebido e quiserem muito fazer, sintam-se à vontade para pegar daqui!
Sinceramente, gostei de responder a isto. Acho que resultou em respostas mais criativas do que estava à espera. Já agora, devem ter notado ao longo dos últimos posts que ando a misturar palavras/expressões em inglês no meio das frases. É um hábito que também adquiri ao falar, desde que entrei na faculdade que o uso cada vez mais. E no tal post de maio usei "kinda" e algumas pessoas não perceberem o que eu queria dizer, então vou esclarecer aqui: é uma forma de captar a contração que acontece quando se pronuncia em voz alta "kind of", ou seja, "algo como", "parecido com", "tipo". Indica semelhança ou exemplos.
Pronto, acho que é isso. Jaa ne!