Ohayou, sapinhos! Achavam que tinham livrado de mim?
Finalmente dá para considerar que estou de férias (estarei mesmo? Descubram no próximo episódio clicando em ler mais!), e decidi regressar com um post de atualizações sobre mim, sobre a faculdade, sobre o que pretendo fazer nas férias e sobre o blog - menciono o futuro layout e posts que já estão quase a sair do forno. Mas aquilo que mais torna este post especial é tudo o que eu conto sobre a primeira marcha lgbt+ a que fui, precisamente ontem. É algo que fico feliz por ter experienciado e que tenciono repetir, e decidi partilhar todos os detalhes convosco ^^
Faculdade
A melhor parte do post sqn. Não tenho a certeza absoluta, mas à partida dá para dizer que estou de férias. Ainda não sei como é que correu o ultimo exame nem se vou ter de repetir, mas em todo o caso, pelo menos às restantes disciplinas sei que passei.
Sim, disse "passar". O segundo ano de engenharia informática não é brincadeira nenhuma, e passar já é um objetivo mais do que digno. Isso pode parecer estranho para quem sabe que eu dantes costumava ser aluna de 18's para cima, mas descansem, porque ainda consigo notas dessas em certos testes ou exames. O problema é que as notas - não só minhas, mas de praticamente toda a gente - são uma montanha russa, no meu curso.
Gostava de terminar o ano com notas ainda melhores mas, mesmo assim,se me oferecessem a chance de subir as notas abdicando das férias, eu ainda escolhia as férias. Este ano foi caótico, tanto a nível de estudos como a nível emocional. Olhar para trás, ver a tempestade que foi e saber que ainda acabei o ano mais bem disposta do que quando o comecei deixa-me tão espantada comigo mesme que quase me convenço de que nada no futuro me poderá deitar abaixo.
Sobre a 13ª marcha do orgulho LGBT+ do Porto
Como disse, a marcha foi
ontem. Eu fiquei um bocado frustrada quando cheguei a casa porque eu julguei que tinha gravado uma parte da marcha propriamente dita e afinal não ficou nada gravado, então só tenho vídeos dos momentos pré e pós marcha. E é pena porque, como estive a andar o tempo todo, não tenho sequer fotos desses momentos - embora me possa contentar com as fotos que outras pessoas e coletivos tiraram, i guess...
É difícil organizar o discurso, mas vamos lá contar por ordem:
Eu fui com a minha mãe, e fomos de metro até ao ponto mais próximo do lugar combinado. A marcha foi num lugar chamado Praça da República, e mal saimos do metro, uma rapariga perguntou-nos se iamos para a marcha, porque não sabia muito bem o caminho. É engraçado porque
ela tinha o mesmo nome e vinha do mesmo lugar que eu, mas as semelhanças acabam aí - ela parecia ter 20 e tal anos, quando só tinha 15, enquanto que eu com 20 não pareço ter mais de 16, se é que tanto >.< Em todo o caso, ela deduziu que nós íamos para a marcha porque - como praticamente toda a gente que ia - levavamos algo que o deixava claro. Algumas pessoas levavam roupas ou acessórios coloridos, mas no meu caso era mesmo um cartaz. FOI O CARTAZ MAIS BONITO QUE ALGUMA VEZ FIZ NA VIDA! Demorei quase 10 horas, umas 8 para desenhar os olhos, portanto se quiserem ver o resultado final e o desenho passo-a-passo, podem ver aqui: [
www]. Também trazia a bandeira bi dobrada na mochila, para depois poder colocar às costas quando chegasse ao lugar. Então pronto, lá fui eu, a rapariga e a minha mãe. Ela foi uma querida e até quis tirar uma foto connosco ^^
A praça em questão é um jardim lindíssimo, amplo e com imensa sombra, o que veio a calhar dado que estava imenso calor, e não teria sido nada conveniente estar lá quase uma hora à espera que a marcha começasse a assar. E pode não parecer fazer sentido, mas nessa hora aconteceram muitas coisas interessantes:
Eu comecei logo por sondar o lugar, e encontramos um grupo de pessoas que estava a pintar a cara com lápis de aguarela, então a minha mãe (que não tinha tido tempo de se maquilhar em casa porque tinhamos pressa para apanhar transportes) perguntou se lhe podiam emprestar. Elas emprestaram e eu pintei uns padrões arco-íris na cara da minha mãe (ela é que disse como queria, e por acaso gostei bastante). Também lhes pedimos para tirar foto, e diga-se de passagem que a pessoa que nos fotografou é muito mais adequada à tarefa do que eu alguma vez teria sido, pois foi das fotos mais bonitinhas em que eu e a minha mãe ficamos juntas, ao ponto de eu ter publicado no face (e eu nunca publico lá NADA). Também gostaram bastante do meu cartaz, e estavam encantadas por eu estar ali com a minha mãe, já que não é uma coisa que muitas pessoas lgbt+ se possam gabar de ter como fazer... Até pelas conversas delas - cheguei a ouvi-las a imitar coisas que provavelmente já lhes tinham sido ditas - notava-se que já tinham lidado com comentários de merda, que guardavam uma pontinha de rancor, e que iam aproveitar a marcha ao máximo por não ter de ouvir nada disso lá.
Estava cercada de arco-íris. Até as árvores estavam decoradas, mas mesmo que não estivessem, a quantidade de bandeiras, capas e acessórios coloridos era imensa! E não só arco-íris - cheguei a ver bandeiras de quase todas as identidades principais, e essas foram só as que eu vi, pois não tenho dúvidas de que me escaparam muitas no meio de tanta gente. Pelo que ouvi dizer, foram mais de 3000 pessoas, e num país pequeno como Portugal, é raríssimo alguma marcha reunir tanta gente assim. Bandeirões (bandeiras gigantes) pertencentes aos blocos e faixas das associações envolvidas estavam pousadas na relva (obviamente deixaram de estar quando a marcha propriamente dita começou). A minha mãe apresentou-me a alguns amigos dela que estavam lá, e eu também encontrei uma amiga minha, e o grupo de pessoas com quem ela ia, que eu não conheço. Também encontrei pessoas que já conhecia do coletivo Blergh, de uma pequena manifestação à qual fui por conta de direitos trans e intersexo que o presidente de Portugal decidiu vetar... enfim. Calhou muito bem porque, para além do Blergh ser o único grupo que eu conhecia de lá, também foi responsável por criar um bloco bi - juntamente com outros grupos tipo o ActiBistas - sendo o primeiro de sempre em Portugal. E era precisamente com essa bloco que eu queria ir/fui. Enquanto esperava, também recebi um panfleto que andavam a distribuir sobre como o capitalismo se andava a apropriar do movimento lgbt+ e as marcas faziam pinkwashing para parecer que eram aliadas e atrair compradores lgbt+ (eu já sabia, mas é sempre bom saber que estão a ser distribuidas informações, ainda para mais com uma certa menção aos Stonewall Riots). E ainda compramos um apito - foi um euro, mas tudo bem porque ia ser usado por uma das organizações de lá, e assim já dava para a minha mãe fazer barulho ;)
Quando a marcha começou, como já disse, juntei-me ao bloco bi. Era provavelmente o único bloco que existia, já que só se viam bandeirões arco-íris - podiam haver muitas bandeiras diversas, mas eram coisas pequenas. Seria espetacular se mais grupos tomassem coragem para conseguir criar novos blocos, porque sinceramente acho uma vergonha não se ver nenhum bandeirão trans e assexual, no mínimo. Há quem pareça achar que as diferenças devam ser apagadas, mas para mim isso é ridículo e não faz sentido nenhum - não, considerando que
identidades diferentes lidam com obstáculos diferentes. Não é divisório, é apenas uma forma de obter visibilidade para os diversos problemas com que a comunidade lida - e para o facto de que nem toda a gente se identifica como gay ou lésbica... [edit: é dito e feito, a comunidade assexual pelos vistos fez-se notar na marcha -
www] Quando a marcha estava a começar, uma das organizações ainda distribuiu cartazes para quem não tinha nenhum levar, e
calhou-nos logo o cartaz não-binárie, que dizia "Binárias são para computadores". Sim, eu fiquei radiante e nem sabia se queria levar esse na mão, ou o que eu tinha feito. Acabei por levar o meu, porque mais ninguém tinha um igual, e foi a minha mãe que levou esse - mas acho que houve mais gente a reparar nesse que no meu. Não sei como me sentir quanto a isso, porque embora tenha pena por terem cagado para algo que me deu tanto trabalho a fazer (se bem percebi, algumas pessoas até achavam que o desenho era da net, e mesmo isso não sei se me faz sentir elogiada ou insultada, por não associarem um desenho tão bom à minha pessoa), fico feliz por haver cada vez mais gente a reconhecer a existência de pessoas não-binárias.
Durante a marcha... eu berrei tanto! Alguns dos dizeres eram muito giros, indo desde frases mais genéricas (como "Chega de ódio, chega de dor, queremos nossos filhos educados com amor!" ou "Nem, menos, nem mais, direitos iguais!") a frases pensadas para o bloco (no caso do bloco Bi, diziamos coisas como "Onde está? Não se vê - O B de LGBT!", que evoluiu para "Aqui está, já se vê! O B de LGBT!"). Mesmo quem tinha megafone acabava com a voz abafada ali no meio. Sinceramente ainda estou espantada por não estar rouca. E eu fui a segurar o cartaz com uma mão e o bandeirão com a outra - portanto posso afirmar que, não, aqueles bandeirões não são nada leves, por muito que pareçam. Caramba, era tão pesado que, mesmo com tanta gente a pegar pelos lados, não conseguiamos levantar a parte central, e de vez em quando passava alguém por baixo para ajudar a levantar. A minha amiga - que também tem o mesmo nome que eu - até comentou depois do canto "Assim se vê a força LGBT!" que "realmente, é preciso imensa força para pegar nisto". Quem precisa de fazer flexões quando pode pegar num bandeirão? >.<
A meio, sentamo-nos a descansar (a meio da marcha e no meio da estrada, sim), e foi nesse momento (que eu cheguei a gravar) que eu olhei para trás e vi que ocupavamos a rua toda. Era mesmo muita gente, e eu nem contava com tanta, considerando que o Porto não é a capital do país (a marcha da capital é sempre maior) e que era a última marcha de Portugal, significando isso que muita gente já tinha ido às outras e feito a sua parte. Sentamo-nos em cima do bandeirão e tudo, foi uma pausa bem-vinda. E a marcha terminou na praça do D. João. Pelos vistos, este percurso já é habitual no Porto. os A maioria das pessoas aglomerou-se no centro da praça, e os membros oficiais dos blocos iam para a parte de cima de um "muro" (não sei descrever melhor) pendurar os bandeirões. Depois da marcha ainda iam fazer discursos, e eu gostava de ter ficado para ouvir, mas acabei por ir embora porque a minha mãe já estava cansada. Mas para o ano tenciono ficar até ao fim e ir com um grupo de amigos, e se tudo correr bem, até vou à marcha de Lisboa (que é a capital), até porque ouvi pessoas a comentar sobre como essa marcha era mais organizada.
Em todo o caso, eu adorei. Não no sentido de que faria da marcha lgbt+ o meu hobbie, mas no sentido de que, entre tantos tipos de ativismo, o ativismo lgbt+ e particularmente a marcha tem mesmo uma vibração colorida: transmite alegria, positividade, uma ideia de autenticidade, comunidade e força, tudo em simultâneo. Claro, há sempre gente idiota, e claro, há sempre alguns podres, mas no meio de tanta gente espetacular, são praticamente desprezáveis.
O que tenho acompanhado
- Black Sails: Ainda só vi uns dois episódios, mas foi a melhor série de que me poderia lembrar de ver com a minha irmã. Era São João, a nossa mãe não estava em casa e queriamos ver alguma coisa juntas - e no momento certo, lembrei-me de uma resenha que até tinha guardado nos favoritos para depois mostrar à minha irmã. A série mistura piratas, tem uma ótima representatividade feminina e lgbt+, e mesmo que nenhuma de nós saiba que rumo vai tomar, pelo menos tem tudo para nos entreter e não nos deixar frustradas com má representatividade.
- Steins;Gate0: Para quem não viu o primeiro anime, spoilers aqui. Basicamente, esta segunda temporada mostra o quẽ que aconteceria na linha temporal em que o Okabe conseguiu salvar a Mayuri, mas não a Kurisu. Comparativamente ao primeiro anime, é um bocado abalador ver a quantidade de coisas felizes que acabou por ser desfeita e não será reposta, constatar que a ausência de um d-mail (a tal "máquina do tempo") não solucionou todos os problemas, ver o impacto da terceira guerra mundial e o estado deprimente em que o Okabe está. Há uma diferença gritante entre as duas temporadas, mas a conexão é óbvia e a comparação é nostálgica - e é precisamente isso que, aliado a uma boa história, torna este um anime que fico satisfeita por acompanhar.
- Houseki no Kuni: O mangá de Akatsuki no Yona está maravilhoso, shipável, e eu estou orgulhosa da evolução dos meus bebés e da quantidade de personagens femininas novas, mas como não tenho tempo para falar de tudo, vou dedicar-me a enaltecer o mangá de Houseki no Kuni. Estão a ver quando eu mencionava NO.6 em todos os meus posts? Este é o meu novo bebé, está no meu layout, tem um anime maravilhoso, um fandom extremamente pacífico... e um mangá louco. Agora sim, começaram a acontecer coisas. É difícil descrever o que me entusiasma sem soltar spoilers, mas se alguém aqui viu o filme Guerra Civil, digamos que se está a passar algo semelhante entre as gems, e o meu coração não aguenta a quantidade de ships separados. Fora o facto de que a arte está cada vez melhor, têm havido imensas revelações, Phos já não é a única personagem que evoluiu, e ainda vamos ter um design novo para... hum, aproximadamente metade das gems.
- Hazy London: A artista (é uma ela sequer?) tirou uns tempos para redesenhar os primeiros volumes da webcomic, e isso motivou-me a recomendá-la de novo - digo de novo, porque já tinha recomendado no 4ever Sapo, [neste post]. Eu não sei descrever o tema da comic, mas envolve personagens lgbt+ e diversos tipos de representatividade, bandas, e o quotidiano de um grupo de amigos no nosso mundo. Não, não há qualquer elemento de fantasia ou de ficção científica, mas eu leio porque as personagens são amáveis e é relaxante. Como disse, os capítulos iniciais estão a ser refeitos, o que implicou uma paragem nos capítulos mais recentes (mas agora já estão a ser atualizados de novo, enquanto que alguns dos capítulos antigos não foram refeitos e de um momento para o outro se nota uma pequena incongruência na arte), mas acho que a espera valeu muitíssimo a pena, pois para além de ter corrigido a arte detestável dos primeiros 2 volumes, algumas cenas sofreram pequenas alterações que deixaram as personagens mais fiéis à sua versão atual. E assim fica muito mais fácil gostar de algumas delas - por exemplo, a primeira aparição do Danny tinha sido um bocado abusiva (ele tinha beijado o Toby sem o consentimento dele e apesar de ele ter namorado), enquanto que na versão mais recente não faz nada disso.
Futuros posts:
Todos estes posts já estão nos rascunhos, alguns num estado mais avançado que outros. Pelo menos um post por semana consigo garantir, e os artigos que tenho a certeza que irei publicar são estes:
- Espaços para certos géneros: Provavelmente já ouviram falar em "espaços para mulheres". Eu vou basicamente falar de todo o tipo de espaços que existe, quais as razões da divisão (se é por sexo, género, alinhamento de género, etc...) e algumas dicas gerais.
- Tag | Crescimento pessoal - Revisitando problemáticas que escrevi: Basicamente uma tag que vou criar para voltar a interagir com outros blogs, e incentivar toda a gente a refletir em como mudou, principalmente a um nível ético. Acho que o resultado vai ser muito interessante, e quero mesmo acompanhar a tag de perto.
- Zero waste - Guia inclusivo: Zero waste é daquelas coisas que me interessam, e que se tem vindo a popularizar pois, mesmo quem não consegue realmente gerar zero desperdício, pode contribuir de alguma forma para não poluir o planeta. Contudo, a maioria das dicas sofre de um problema: oferece poucas alternativas. Sugerem uma maneira de obter x resultado, e isso desconsidera coisas como acessibilidade, resources limitados, entre uma série de condições que nem toda a gente consegue reunir. O meu guia vai ser uma tentativa de contornar isso, embora ainda duvide que consiga fazer um post perfeito.
- Resenha - Pantera Negra: Eu já estou para postar essa resenha há séculos, shame on me... Acho que não vou comentar muito. O filme foi maravilhoso, merece bem os elogios, e brilhou em termos de representatividade. O resto da minha opinião fica guardada para a review.
Objetivos de férias
- Atualizar-me/ver: Voltron (até porque já sei demasiados spoilers), Haikyuu, A silent voice, Shingeki no kyojin (quando começar a sair), acabar de ver Steins;Gate0, continuar a ver Black Sails, e só prometo isso.
- Preparar o meu cosplay de Phos: Sim, a minha pessoa vai fazer um cosplay para um evento no próximo Iberanime em Portugal, e claro que será da personagem principal de Houseki no kuni ^^ Já encomendei a peruca, um binder, e da roupa que estou a fazer (como é simples, não há necessidade de encomendar), falta-me costurar mangas em forma de balão e uma camisa branca justa. Contudo, ainda há muitos pormenores que me estão a stressar: Tenho de aprender a usar maquilhagem bem estilo cosplayer, tentar ajeitar a peruca sem estragar porque as perucas parecem vir sempre diferentes do que está na imagem (não sei como é que vou fazer isso sem um suporte apropriado though), comprar uns sapatos que pareçam os da personagem, um cinto branco, fazer a arma (embora isso não seja obrigatório), e umas luvas douradas, que provavelmente terei de ser eu a fazer. É, vai ser difícil.
- Mudar o ar do meu quarto: Esta é daquelas metas que provavelmente não irei concretizar por razões financeiras. Eu queria dar um ar minimalista ao quarto que partilho com a minha irmã. Isso significa que nada do que temos se aproveita, pois toda a nossa mobília - precisamente o que fica caro - tem um ar antigo e é castanho escura. Podia pintar, sure, mas isso não poderia a estrutura. E com exceção de um guarda-vestidos no quarto da nossa mãe, não há nada na santa desta casa que tenha um ar moderno. Eu tenho tido umas ideias e acho que conseguiria mudar tudo o que preciso sem ultrapassar os 300 euros... mas ainda seria um tombo e não sei onde é que vou desencantar esse dinheiro, principalmente considerando que tenho o cosplay como prioridade.
- Destralhar e vender o que conseguir: O meu objetivo é conseguir ganhar dinheiro suficiente para pelo menos cobrir as despesas do cosplay, e vou fazer tudo o que puder para isso, exato ter um trabalho part-time - as minhas férias são demasiado curtas para pensar nisso, e não estou interessada em ganhar dinheiro se depois não tiver tempo para saborear as conquistas sequer. É um mistério para mim como é que algumas pessoas vivem para pagar a casa na qual quase não passam tempo nenhum; Seja como for, eu já vou ganhar 40 euros num retrato que vou fazer, não gastei ainda 25 euros que me deram de prenda de aniversário, ee se calhar só com isso já consigo cobrir o cosplay. Mas se eu conseguir vender alguma tralha cá de casa, pode ser que ainda sirva para convencer os meus a por o que falta e remodelar o quarto. Roupas terei de certeza para vender, e nos arrumos/garagem também temos montes de tralha, incluindo bicicletas. Os móveis antigos também poderão ser para vender. Claro, tudo barato, até porque a qualidade já não é muita, mas ainda assim, vai ser uma ajuda.
- Blogosfera: Como eu ando apaixonada por minimalismo, esta semana tenciono acabar um novo layout, com uma ambientação minimalista - mas não com uma estrutura minimalista. Quem me dera a mim exorcizar os layouts responsivos e minimalistas que vejo aos milhões - não se preocupem, eu sou fiel aos layouts elaborados da antiga blogosfera. Também já falei dos posts que tenciono fazer, e que vou postar uma vez por semana. Queria comentar num blog afiliado por semana, nem que seja para dar sinais de que estou viva... e não prometo muito mais.
- Outras coisas: Quero desenhar, preparar um bullet journal, fazer ginástica todos os dias (nas ultimas semanas a minha rotina tinha ficado um bocado tremida, mas acho que já voltei a recuperar o ritmo), aprender uma receita por semana, organizar os links que tenho nos favoritos, ir ao oftomologista, ajudar um amigo meu a também preparar um cosplay, visitar professores antigos da escola, fazer um retrato e vender, jogar Witcher 3 e personalizar o meu linux bebé.
Parece pouco... mas é imensa coisa. Eu fico nervosa só de pensar em fazer tanta coisa, isto vão ser tudo menos férias.
Até à próxima!