Ohayou minna-san! Aqui é a Any, do {Forever Sapo}. Este é um blog onde direi, sem compromissos, qualquer coisas que me venha à cabeça, através de posts desconectados entre si. É só uma forma de matar saudades da blogosfera.

26 novembro 2016

Pequenas decepções ao sair do armário


"Eu sou bi" - digo a alguém.
"Ah, é normal, não te preocupes" - é a resposta comum.

Se calhar, eu devia ficar feliz por não ser recebida de forma agressiva. Aliás, eu fico. Bastante. Saber que há gente a sofrer por ser quem é, ser visto como aberração, ser tratado como alguém que pode ser tolerado mas não aceite, desviante, a perder amigos/família/trabalho só por se assumir... é suficiente para eu dizer que tenho sorte. Mais ainda considerando que há bastantes adolescentes que ainda reagiriam mal ou acreditariam em estereótipos em relação à bissexualidade, e que eu tenho tido a sorte de contar, maioritariamente, para pessoas que me vêm como normal.

Então, porquê que eu me sinto sempre desiludida?

Acho que é por me sentir desvalidada, ou porque as pessoas a quem conto estão tão por fora do meu meio que acham que o que eu tenho na cabeça é medo, preocupação e ansiedade por não saber como é que elas vão reagir - portanto asseguram-me de que não me devo preocupar. O que está certíssimo, é uma atitude bem correta, que não me dá cabo da cabeça e que prova que nunca serei discriminada por isso. Mas que, ao mesmo tempo, cala tudo o que eu pudesse querer dizer a seguir. É como dizer "Isso é tão normal que nem sei porquê que te deste ao trabalho de me contar". É como dizer "Que bom que sentiste a obrigação moral de me contar, mas foi desnecessário, porque não tenho interesse nisso". É como dizer "Aceito quem és, mas agora não se fala mais nisso". É verdade que há sempre algum receio em sair do armário, mas como eu me certifico de contar APENAS depois de ter a certeza de que as pessoas não reagirão muito mal, esse receio é o menor sentimento que tenho.

Essas respostas aceitáveis, mas comuns, deixam-me sempre para baixo, porque ser bi é algo que eu adoro ser. Quando eu saio do armário, não é por sentir a obrigação moral de o fazer, mas porque sou mais feliz quando estou fora do armário, visível, e tenho plena confiança de que posso ser eu mesma junto daquelas pessoas. Então, eu vejo o ato de contar como uma tentativa de realização... e custa-me sempre ver que a pessoa que recebe a verdade sobre mim não partilha da mesma felicidade que eu.

Se eu contasse a outra pessoa lgbt+, provavelmente receberia algo próximo de "Também eu!" (adaptado ao género e sexualidade da pessoa), ou pelo menos um "Estou tão feliz por teres confiado em mim!", acompanhados de um sorriso. Contar a pessoas cis-hétero... é quase constrangedor. A resposta que parece querer normalizar o que eu sou não combina com o ambiente sério, fora que calar não é normalizar. E depois eu fico sempre cabisbaixa porque, mesmo tendo sido aceite, a recepção mostra que se eu quisesse falar de algo relativo às minhas experiências, a outra pessoa ficaria desconfortável. É aquela coisa de "Tudo bem você ser diferente, contando que eu não tenha de ver isso muitas vezes". Não me sinto confortável para ser autêntica, para poder falar da comunidade lgbt+ no geral ou específico, falar de representatividade (não só lgbt+) ou semelhantes - então, qual foi o ponto de contar? 

Custa ainda mais quando eu tenho uma pequena esperança de que a pessoa possa ser semelhante a mim, porque depois ao receber respostas tão secas, fica claro que ela não é - então são duas perdas de uma vez: a vontade de ser acolhida com felicidade, e o desejo de encontrar alguém como eu. Claro, se a pessoa a quem eu contei que sou bi perguntar porquê que eu estou ansiosa, eu não vou dizer "Ah, achava que tu também pudesses não ser cis/hétero e de repente comecei a sentir-me sozinha", e vou contar apenas - a verdade - que prefiro que pessoas em quem eu confio saibam o quê que eu sou. Porque eu nunca me arrependo de sair do armário. Apenas custa continuar a sentir que não sou entendida, e que ninguém me quer entender, caso contrário tornariam o ambiente mais leve, talvez mostrando que percebem algo do assunto ou que estão dispostos a aprender.

A verdade é que me sinto cada vez mais sozinha neste aspeto. Online? Tenho uma comunidade, sim, e adoro a comunidade bi mais do que tudo - pode não estar livre de idiotas, mas entre as várias comunidades lgbt+, é das mais inclusivas (talvez só a ace consiga rivalizar); E conheço várias blogueiras e pessoas do tumblr que são lgbt+, o que me deixa muito feliz, especialmente quando são pessoas que conheço desde que posto no FS - logo, pessoal que conheço há bastante tempo, com quem já troquei comentários e de qual amizade me orgulho. Mas custa imenso depois ir para a "vida real" e pensar que, raios, esse pessoal é todo do Brasil (ou outro local longínquo). Só posso escrever sobre as coisas de que gosto, mas nunca falar sobre o assunto. E não proferir as coisas que penso ou sinto em voz alta fazem-me sentir bastante abafada, escondida, irritadiça e isolada. Fazem-me sentir falsa, ou que não sou realmente bi e que isso é tudo coisa da minha cabeça... desvalidada, portanto. É péssimo quando uma pessoa se vê tão pouco representada e conhece tão pouca gente igual a si que até começa a duvidar de quem é.

Eu não vou a paradas lgbt+, a palestras, a eventos, a bares... eu não frequento nenhum desses ambientes lgbt+, por um lado porque duvido que, se existirem aqui em Portugal, tenham alguma qualidade, e por outro lado porque não são coisas que combinem muito comigo. Um café ou uma livraria lgbt+? Seria muito mais a minha cara >.< Enfim, a questão é que eu só me sinto conectada a quem sou quando estou na internet, e isso cada vez me incomoda mais. 

Acho que a recepção mais próxima da que eu desejaria na vida real foi por parte de uma rapariga que tem um namorado, mas é possivelmente heteroflexível ou até bi (romântica, sexual... who knows?). O ponto é que ela é, para além de inteligente e consciente, é bem "tumblr girl" e está a par de assuntos lgbt+. Não sei como, nós acabamos numa conversa que envolvia identidade de género (isto a meio de uma aula e depois de termos falado de 300 coisas diferentes), e ela disse que se o namorado dela alguma vez contasse que se identificava como rapariga (nesse caso, seria namorada), ela continuaria a gostar da pessoa. E que, se ela tivesse conhecido uma rapariga cis nas mesmas exatas condições, e tivesse a mesma personalidade do namorado, provavelmente ela teria gostado dessa rapariga. Então eu senti-me confiante que chegue para contar que sou bi, e a reação dela foi muito positiva: disse que quase todas as raparigas são um bocado bi (o que não é verdade, mas ela não sabe e as intenções foram boas, fora que isso denotou que ela se conseguia ver incluída nisso) e que achava bom eu ter à vontade para contar isso. E depois continuamos a tagarelar, mas não mudamos imediatamente de assunto, então não houve uma tentativa de fugir do que eu era e isso mostrou que essa rapariga não se sentia desconfortável ao falar de temas lgbt+. Foi a melhor recepção que tive até agora, e agora estou a morrer de vontade para poder falar mais vezes de minorias sociais em voz alta. 

Pronto, termino por aqui.

Esta semana foi loucura total. Num trabalho de grupo, ofereci-me para fazer um layout para uma app (que não tinha de ser executada por nós, apenas planificada), esboçar a interface da app, e tratar do design do relatório e do Power Point. Acontece que até as páginas internas eu editei com html, e que tive de refinar muitas coisas que outros membros do grupo de trabalho não deixaram no formato certo para colocar no site, então estive a correr contra o tempo. Pelo menos adorei o resultado - a sério, acessem à página a seguir e até à página de FAQ (o link está um bocado manhoso, terão de passar mouse ligeiramente em cima da palavra) e aos links dentro dessa. Seria uma app útil ou não? ;)

» KIPPIT «

7 comentários:

  1. Eu meio que acabei me lembrando de um e-mail que você me enviou a um tempo atrás contando sobre você ser bi, nem sei se você se lembra disso, e só agora a ficha me caiu menina! Poxa, eu me sinto feliz de você ter dito isso a mim (por mais que eu não entenda tão bem do assunto e fique sem graça por conta disso), mas ainda assim, é meio trite você conseguir se sentir "bem" mais online do que fora da rede e no momento eu não tenha lá muitas palavras reconfortantes para lhe dizer, apenas o "seja feliz do jeito que tú és".

    Eu bem que gostei da ideia do app! Me lembra o que eu fiz como projeto de tcc (só que no meu caso era só otimizar o turismo na minha cidade), gostei do nome original que chega a ser fofinho, e de como ele pode otimizar a vida das pessoas com seus projetos :)

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    1. Awnn, Snow, as suas aparições-surpresa vencem-me sempre :3 Aliás, fiquei sabendo que deu um saltinho no seu blog? Tenho de comentar lá!

      Não tem de ficar triste por mim, toda a gente tem as suas dificuldades - aliás, quando você mencionou problemas familiares, fiquei meia preocupada, e se precisar de falar, saiba que pode contar comigo! Palavras reconfortantes são sempre difíceis de oferecer, mas se você fica feliz por eu lhe ter contado, eu fico também ^^ O email deve ter sido há quase 2 anos atrás, menine, acho que você andou parada no tempo haha

      E o app nem seria assim tão difícil de programar - só levaria era tempo. Eu por acaso adorei fazer esse trabalho, adorei tratar do design e tudo o mais, embora tenha sido uma correria conta o tempo >.< Que bom que gostou :)

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  2. Oi Any <3
    Adorei a proposta desse blog, embora não tenha dado as caras aqui ainda, mas enfim! Acho que entendo o que você quer dizer. Sou hétero, mas vejo muita gente fazendo de conta que aceita alguém que se enquadre/identifique com outras formas de gênero e sexualidade, porque "é o esperado", e são na verdade pessoas preconceituosas, fóbicas e que sempre soltam uns preconceitos e maldades por aí. As vezes o "aceitar" é mais uma forma que as pessoas encontram de encobrir... mas em parte, imagino que elas possam ter-se chocado, ou precisam "atualizar as definições de Any" e têm receio de deixar isso transparecer, e acabam mudando de assunto pra esperar a informação ser digerida e aí sim definir o que sentem/pensam a respeito. De qualquer forma, ao menos não te magoaram ou machucaram, não é? :>

    Achei interessante a ideia do App pra organizar algumas coisas, mas confesso que fiquei bem chocada com a ideia de organizar sono. D: Acho que tem mais a ver com os debates sobre tempo e sociedade pós-moderna que costumo ter, mas uau, que louco não? De resto imagino que, com a presença constante dos smartphones na nossa vida, um App organizador seria muito utilizado (provavelmente não por mim, mas sei de gente que usaria, hahaha!)

    Beijinhos!

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    1. É bem isso, a maioria das pessoas enquadra-se numa dessas categorias - as que só aceitam em título, pois no fundo guardam montes de preconceitos e só não armam barraco porque pareceria mal, e as que realmente não sabem como reagir e demoram a ajustar tudo. Mas na verdade, eu percebo esse último caso e estou bastante preparada para dar tempo para cada pessoa aceitar - o problema é quando a pessoa deita para trás do ombro e nunca mais pensa nem toca no assunto. Assim quem fica sem jeito sou eu. Só que, certo, pelo menos não me magoaram ;)

      Haha, não sei se "organizar sono" seria o termo certo - é mais um despertador que nos acorda de forma a que não sejamos nós a, por acidente, acordar a meio de um ciclo de sono - pois isso deixar-nos-ia mais cansados para o resto do dia. Bom saber que você não é a pessoa mais viciada em smartphone do mundo, eu na verdade tb não sou, mas estar em informática implica fazer coisas destas ^^

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  3. Aquele momento em que a situação tá tão tensa, mas tão tensa que quando eu finalmente chego para comentar nesse post JÁ TEM POST NOVO NO BLOG Ç-Ç Eu não sei se eu choro por estar tão atrasada assim, eu não sei se pulo de alegria por te ver postando ou se eu choro novamente por causa das minhas provas que tão ocupando meu tempo ou se eu pulo de alegria novamente por estar estudando direitinho....

    ENFIM, eu li esse post no dia que ele saiu, e só depois de 13 dias eu broto aqui pra comentar.... COMO ASSIM JÁ TAMO EM DEZEMBRO, EU SALTEI NO TEMPO E NÃO PERCEBI!.....

    ENFIM, comentando de fato o post:

    Primeiro: Faço as palavras da Snow as minhas também! SNOW ANDOU LENDO MINHA MENTE SÓ PODE! ~aliás, tu viu que ela deu sinal de vida na blogosfera!? Quase cai da cadeira quando vi post no blog dela!~ Enfim, retomando o assunto: Esse post me fez lembrar MUITO daquele email que tu me mandou contando a novidade, aliás, esse post veio a calhar perfeitamente bem, pois há teeeemmmpppoooss eu tô tentando dizer algo, só que não acho o momento certo, e eis que ele surgiu: Me desculpe! Porque graças aos seus posts eu comecei aprender um pouco mais sobre outros gêneros e sexualidades, e agora percebo que eu devo ter falado MUITA MERDA naquele email, tanta besteira que minha vontade é de enterrar a minha cabeça na terra e nunca mais tira-lá! Aliás, eu já devo ter falado tanta merda, que ~como diz um ditado por aqui~ "nem dando com um gato morto na cabeça resolveria o problema" Enfim, então sorry se eu falei alguma besteria (que eu com certeza devo ter falado), mas assim como a Snow eu fiquei super, hiper, mega, ultra feliz quando tu mandou o email! Fiquei feliz por ter compartilhado algo tão importante para ti comigo, mesmo que eu não entenda muito do assunto, ainda fico feliz de conversar, ler e aprender sobre isso contigo e os teus posts.

    Sobre o resto do post, agora que eu parei para pensar, acabei meio que bolando uma teoria ~senta que lá vem história longa~ Tipo, óbvio que tem pessoas, assim como a Shana disse, que ""''aceitam"'"", apenas por aceitar, porque socialmente hoje em dia seria o correto, mas no fundo não querem saber de nada e querem manter distância sobre esses assuntos. Mas, por outro lado, acho que nem todos acabam tendo essa reação de "ela está me contando porque está preocupada / desabafando", de propósito... ~continua no outro comentário~

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    1. Acho que alguns acabam tendo essa reação de forma acidental, pois ~pelo menos aqui no Brasil~ se formos pegar a mídia num geral, ela não aborda nenhum assunto desse tipo, as discussões sobre LGBT+ ficam meio que por baixo dos panos, e quando falam sobre o assunto é geralmente ligado a comunidade gay (o que não é um problema, mas é como alguns posts teus já explicaram, existem outros gêneros e sexualidades que acabam sendo apagadas ou estereotipadas, como a bi ou a assexual), e ainda quando falam sobre o assunto é sempre a mesma abordagem: "O que fazer se o seu filho é gay!?", e a resposta (geralmente vinda de algum """"""""especialista""""""""", nem parte da própria comunidade lgbt+, tacam algum especialista em relações sociais, psicólogo, [insira aqui qualquer coisa]) é sempre a mesma "Fale que não tem problema, que ele pode desabafar o quanto quiser, que juntos podem superar o problema", ou seja, colocando o fato do sair do armário, como um desabafo, algo que a pessoa está contando não porque está feliz, mas sim, porque se encontra encurralada e sufocada... Okss, até certo ponto e com algumas pessoas pode ser, mas como no seu caso e de várias outras pessoas, contam porque querem compartilhar a felicidade de finalmente terem encontrado o seu cantinho, algo no qual elas se identificam. Então, eu acho que devido a falta de informação, e todo esse "mito urbano" criado pela mídia e pela população, as pessoas acabam tendo a ideia errada do que significa sair do armário, e portanto acabam reagindo dessa maneira. Tipo, acabam reagindo dessa maneira porque acham que a pessoa que está contando isso como um desabafo e talls. Acredito que se houvesse na mídia e na população esse tipo de abordagem / percepção que a pessoa está contando isso para compartilhar a sua felicidade, as pessoas iriam começar a compreender melhor, compartilhando a felicidade com essa pessoa que saiu do armário..... Então, resumindo tudo: 1- Fico muito feliz que pelo menos as pessoas para quem tu contou se mostraram abertas, não magoando você, mas sim mostrando que estão ao seu lado ^^ 2-........Já escrevi tanta coisa que até me esqueci o que iria colocar no 2 e-e'''

      Okss, sobre a parte das paradas online: Internet é uma coisa meio louca, por um lado é um verdadeiro campo minado, onde qualquer comentário gera uma mutreta tensa e altos textões a lá facebook. Mas, por outro é esse lugarzinho mágico, onde conseguimos encontrar pessoas que compreendam ou que pelo menos estão interessadas em compartilhar os mesmos assuntos, tentar entender um pouco mais sobre o nosso próprio mundinho e compartilhar conosco as nossas felicidades. Mas, ao mesmo tempo me sinto como a Snow também, fico um pouco triste por tu se sentir mais confortável "mais você / mais bem" online do que na vida real, eu confesso que ficaria saltitante em te ver escrevendo que há várias pessoinhas a sua volta na vida real que compartilham dos mesmos interesses sobre a comunidade lgbt/representatividade (apesar que eu ficaria com um pouquinho de invejinha, pois não estaria junto para ouvir as conversas ç-ç). MAAAASSSS, fico feliz que haja pelo menos uma pessoinha aí contigo, no qual tenha rolado um papo bacanudo sobre isso! Essa garota do namorado me parece ser gente super boa e purpurinada XD

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    2. P.s: Falando em café e livraria me lembrei de uma coisa: ABRIU UMA LIVRARIA PERFEIÇÃO AQUI NA MINHA CIDADE FIM DE MUNDO: UMA CHOCOLIVRARIA <3333 TEM CHOCOLATE, LIVROS, CHOCOLATE, SORVETE, CHOCOLATE E MAIS CHOCOLATE <3.... Confesso que só vou lá pelo chocolate, mas depois dessa livraria, até que passei a ter um certo gostinho por ambientes com livros xD

      E agora sobre o aplicativo:

      MEU SENHOR AMADO SEGURA ESSES MEUS FORNINHOS QUE EU TÔ NO CHÃO COM ESSE LAY! PQP EU JÁ ESPERAVA UMA SAMBA MUITO BEM SAMBADO DA TUA PARTE, MAS ISSO SUPEROU EM 100% AS MINHAS EXPECTATIVAS! Any-chan, eu tô babando com isso que tu fez <33333 TÁ MUITO FOFO ESSE LAY, EU TÔ EM AMORES COM TUDO ISSO <3 Sério, tá mozão, e tá muito cara Any-chan xD

      P.s: O tal do Bruno no grupo, é aquele da historinha do tapa!? (vulgo o ex-macho alfa xD)

      E sobre o aplicativo, ele seria MUITO ÚTIL PARA MIM! Principalmente para me organizar nos estudos, no qual faço meio que de improviso. Eu meio que vou estudando um pouco para adiantar o conteúdo e outro pouco para as provas, mas é de forma meio aleatória, nunca sei direito por qual matéria começar. Achei também interessante a parte do sono, porém não sei se comigo iria funcionar, pois eu tenho um sono muito ruim e leve, então qualquer coisinha eu tô me acordando e desregulando tudo ç-ç Então, sempre quando eu posso recuperar minhas horinhas de sono eu faço isso e-e E QUANDO AOS GASTOS ISSO IRIA CALHAR MUITO PRA MINHA MÃE! HSUAHSUAHSUASHUASHU Ela tem fama aqui em casa de ser a gastadeira da família hsaushuashua

      P.s: Aquela caizinha de mandar recado é de verdade, ou é só um exemplo mesmo!? (sério, pq se for de verdade pó ter certeza que se der eu me meto a mandar recadinhos hsahuashuashuashua).

      Enfim, MEU DEUS NEM QUERO VER O TAMANHO DESSE COMENTÁRIO! Mas é isso que dá ficar tanto tempo sem fofocar por aqui e no FS, É ISSO QUE DÁ MINHAS ABSTINÊNCIAS DE POSTS NO FOREVER SAPO Ç^Ç

      Kiss

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