Mostrar mensagens com a etiqueta lgbt. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta lgbt. Mostrar todas as mensagens

Rivalidade feminina


Então sapinhos... ESTOU DE FÉRIAS DA FACULDADE! 
Eu já tentei usar algum tempo para responder a comentários que achei particularmente relevantes, mas não funcionou muito bem porque... eu escrevia o comentário, enviava, e ele simplesmente não aparecia. Então eu estou a pensar em pelo menos despachar coisas relevantes dos comentários antigos num post, e começar a fazer isso relativamente a todos os futuros comentários: responder a coisas mais importantes através de postagens. Assim ninguém se sente negligenciado ^^ E para que conste, eu leio sempre o que vocês escrevem e ex-Hannah Yuki, bem vinda de volta à blogosfera ;) A sua faculdade nem sequer é assim tão longe da minha, é no porto na mesma, mas eu ando no ISEP.

Hoje vim falar sobre uma questão bastante esquecida, até mesmo em páginas feministas: rivalidade feminina. O que me motivou a escrever sobre isto foi um vídeo no [Canal das Bee], já não sei qual, que não só dizia coisas bem pertinentes sobre o assunto como me fez lembrar de várias coisas que provaram que, sim, rivalidade feminina existe e é preocupante. Cá vai:

Olimpíadas da opressão?


Oras... há quanto tempo, não é?

A faculdade tem sido, nas palavras de um amigo meu, "tortuosamente divertida": tenho estado mesmo muito ocupada mas adoro os trabalhos de grupo que fazemos simulando que estamos a trabalhar para uma empresa. Acontece que hoje o meu pc deu a louca e os programas congelam a cada linha de código que escrevo, então eu desisti - e como já estava na altura de ter um computador que aguentasse com programas pesados, amanhã vou ter o meu novo bebé! :3 Portanto hoje aproveito para procrastinar.

Volta e meia, ainda consigo absorver conhecimento sobre principalmente questões lgbt+, e o que eu venho comentar hoje acaba por ser um post introdutório a questões mais pesadas que eu já era para ter abordado (mas que são tão extensas que ainda nem tive coragem de terminar o post xd). Basicamente, vim falar um pouco sobre como a homofobia não é a única forma de lgbtfobia, e vim explicar de que modo os vários tipos se podem combinar ou ser manifestados até por pessoas lgbt+. Acima de tudo, vim apresentar uma espécie de hierarquia, mas deixo já o aviso de que não tenciono alimentar a narrativa de que certas formas de preconceito são piores que outras - aliás, até me oponho bastante a essa linha de pensamentos. 

O que me motivou a escrever o post foi [este] artigo. É realmente bom e mostra que a pessoa sabe do que está a falar, então recomendo a leitura para um entendimento mais profundo. O que eu vou fazer aqui será basicamente resumir alguns pontos importantes, mas comentar coisas que não considero que sejam tão absolutas quanto foram apresentadas. 

Recomendação de links e apresentações minhas


Este é aquele momento em que eu devia estar a trabalhar em coisas da faculdade, mas não tenho disposição. Estou a meio da minha semana de "férias", uma vez que esta é a semana de um evento para estudantes da faculdade chamado Queima das fitas - eu e muita gente não fomos a esse evento porque sinceramente ele só interessa a quem gosta da praxe e de ficar bêbado. Então eu aproveito para fazer um post relativamente mais simples, em que me limito a divulgar apresentações educativas sobre temas feministas que fiz, assim como uns links interessantes, tudo devidamente comentado.

Meu níver + Novidades


Ohayou, minna!

Estava com umas saudades desgraçadas de postar aqui e de visitar os vossos blogs (coisa que ainda não fiz devidamente), e apesar de eu ter uma miríade de assuntos que poderia trazer - como comentários a animes que nunca resenhei desde o FS e questões feministas - decidi que faria um post de atualizações. Simples, despretensioso, conta como a vida é a culpada por eu ter postado pouco e quais as coisas maravilhosas que me têm cercado. Dá para dizer que, praticamente no sentido literal, os meus dias se têm tornado arco-íris ~entendedores entenderão~ ;) Já agora, uma parte das razões de eu ter demorado a postar foi porque pelo meio o meu pc, err, pegou fogo - só numa parte, e nem a memória nem o funcionamento ficaram comprometidos (portanto não perdi nada), mas mesmo assim teve de ir para arranjar.

Pérolas e problemas da Women's march


Ohayou, sapinhos ^^ Só para despachar isto e clamar o blog: Follow my blog with Bloglovin!

Eu anunciei no post anterior que ia fazer um artigo a criticar e elogiar determinados pontos da Women's march. Se vocês forem tão aluades como eu, ou não ouviram falar disso de todo, ou só ouviram falar depois do evento ter passado, MAS eu aproveitei isso para me informar sobre o assunto. O post irá focar no peso que o evento adquiriu devido à vitória de Trump - que literalmente ignorou que tanta gente tenha saído à rua contra ele e pouco depois da marcha estava a dedicar-se a criar leis anti-aborto, mas fazer o quê. Então pronto, termino a introdução dizendo que este post será [feminista], como tal, abordará vários dos pontos desse link amável aí, e vai também explicar melhor o que é e qual o contexto da women's march. Estará repleto de felicidade pelo grande número de pessoas que se reuniram no evento e pelo propósito do mesmo, mas terá parágrafos bem desanimados em decorrência da transfobia e do racismo denotados pelos participantes.

NOTA: A HINA-CLONE FEZ ANOS DIA 24! Se não deram os parabéns, ainda vão a tempo!!! Aqui o [blog dela]. 

Canais lgbt+ e de outras minorias


Ohayou, sapinhos! 

O post de hoje será (para variar) sobre lgbt+ e minorias, mais concretamente, consistindo na indicação de canais lgbt+. Irei dividir o post entre canais em português/brasileiro, inglês, e inglês, comentando por alto as indicações. Dedico isto a uma leitora geralmente anónima, Milly, cujo email que me mandou salvou o meu dia que tinha sido repleto de bifobia-passiva, perguntando se eu conhecia algum canal bom, então, em vez de enviar só alguns links por email... porque não fazer um post sobre isso? ;)

Já agora, terei umas 3 semanas de férias da faculdade. No fim do post tem uma listinha do que pretendo fazer.

E aqui uma nota para mim mesma: tenho de postar esta lista no tumblr e criar no Baka List uma lista com TODOS os canais lgbt+ que conheço e irei conhecer, e colocar o link aqui.

Tumblr lgbt+?


Ok minna-san, post rápido:

Eu posso ainda nem ter comentários no post anterior, mas o tumblr lgbt+ que menciono lá já se pode considerar inaugurado (embora o layout precise de uns ajustes) >.<

O link é este [www] - chama-se GGGG... o quê que falta? *ironia*
Notinhas: Podem ler mais sobre o tumblr no menu  do topo, e aceder às tags/arquivo/mapa no menu da sidebar. Embora ainda não tenha assim taaaaaaaaanto conteúdo, diria que o [glossário: os primeiros links dessa página] já está até bastante completo, e que é muito importante para quem quiser começar a entender géneros e sexualidades (mas claro, também não é possível decorar tudo - leiam só para ter uma noção geral). Em breve começarei a desfazer mitos comuns, imediatamente depois de fazer um ou dois posts sobre arromanticidade, e postarei reviews, aesthetics e editings. Já agora, a tag [4allies] é MUITO IMPORTANTE QUE TODA A GENTE ACOMPANHE PARA NÃO DESRESPEITAR PESSOAS LGBT+! Principalmente a coluna "cuidado com a língua!" que aparece a partir do terceiro post.
Nota 2: Para avançar de página, a setinha de navegação está à direita do menu no topo.

Zueragem lgbt+


Eu tencionada trazer novidades sobre as coisas que ando a acompanhar, mas quero ver o último ep de Yuri on Ice para o comentar melhorzinho - btw, já respondi a todos os comments do último post, e pretendo pelo menos também responder aos do anterior a esse. Então, hoje vou aproveitar para quebrar as vibes problematizadoras dos posts anteriores e provar que, não, lgbt+ não é só um monte de gente chata. A postagem tem 2 propósitos:

1) Mostrar que a comunidade lgbt+ tem um grande sentido de humor, e que não é, na verdade, um problema fazer piadas com quem é lgbt+ - se a piada não desvalidar ninguém e vier da parte de uma pessoa que está relativamente por dentro do assunto, zueragem é bem vinda. Aliás, muitas vezes são as próprias comunidades a troçar de si mesmas.

2) Partilhar as ditas piadas, porque eu morro se rir com coisas que só quem é lgbt+ ou está dentro do meio tende a entender, e eu não aguentava mais guardá-las só para mim. Então, a piada pode estar em inglês (caso o humor se perca na tradução) ou português, eventualmente será acompanhada de uma imagem associada (caso contrário, não prometo resistir aos gifs), e explicações que eu ache necessário assinaladas com asterisco. Diferentes piadas estão separadas por uma linha em branco.

Transfobia do dia a dia


*le eu aqui sentindo que ando a falar demasiado sobre lgbt+*
Primeiro, quaisqueres outras novidades serão mencionadas no fim do post; Segundo, eu tenho lido os comentários e, gente, eu adoro-vos. A faculdade vai ficar mais leve durante um tempo a partir de hoje e tenciono até responder a todos os comments este fim de semana.

Então, eu fico mesmo contente por não me deixar desencorajar sempre que alguma saída do armário não corre tão bem como esperado, porque agora todo o meu grupo de amigos mais próximo da faculdade sabe que eu sou bi, e as duas últimas pessoas a quem eu contei tiveram uma reação breve mas que me fez feliz: uma pessoa fez-me rir tentando enganar-me (fazendo de conta que era homofóbica, mas de forma nada credível e com um just kidding logo a seguir, para não me assustar demais), a outra ofereceu apoio e disse que gostava que os seus amigos fossem honestos consigo. Então, lindo <3

Mas a verdade é que, se sair do armário em termos de sexualidade é difícil, em termos de género deve ser ainda pior. Venho só reclamar de uma piada transfóbica que ouvi hoje e que me incomodou um bocado.

Pequenas decepções ao sair do armário


"Eu sou bi" - digo a alguém.
"Ah, é normal, não te preocupes" - é a resposta comum.

Se calhar, eu devia ficar feliz por não ser recebida de forma agressiva. Aliás, eu fico. Bastante. Saber que há gente a sofrer por ser quem é, ser visto como aberração, ser tratado como alguém que pode ser tolerado mas não aceite, desviante, a perder amigos/família/trabalho só por se assumir... é suficiente para eu dizer que tenho sorte. Mais ainda considerando que há bastantes adolescentes que ainda reagiriam mal ou acreditariam em estereótipos em relação à bissexualidade, e que eu tenho tido a sorte de contar, maioritariamente, para pessoas que me vêm como normal.

Então, porquê que eu me sinto sempre desiludida?

Inclusividade pela União


Já vi tantas discussões sobre labels... A dizer que não são importantes, ou que são empoderadoras; a dizer que limitam, ou a dizer que libertam; a dizer que só servem para complicar, ou a dizer que são práticas e facilitam a vida; Já vi discussões com o objetivo de chegar à "verdadeira" definição de cada label, geralmente potenciadas por quem gosta de uma comunidade muito mais uniforme e, acima de tudo, por quem não se identifica com a label-alvo - raios, ainda esta semana fui arrastada para um "bi VS pan".

O quê que me leva a querer falar disto? Tentar chegar a tréguas, e a um consenso. Se quem está a ler isto não é LGBT+, devo dizer que o post será provavelmente desinteressante, confuso e caído do nada. Nesse caso, vou só resumir a conclusão que quero que toda a gente - LGBT+ ou não - retenha: esqueça as definições, mas não desmereça as labels. Não importa de que géneros a pessoa gosta ou não, se a atração é sexual ou romântica, ou com que género (e com qual intensidade) a pessoa se identifica: Nunca atribua a ninguém uma identidade que a pessoa não declarou ser a sua.

O quão Trump ameaça minorias


Eu não devia estar a atualizar. Hoje até faltei às aulas por estar com dores de cabeça - que espero e penso que melhorarão depressa - mas o que aconteceu hoje deixou-me ainda pior. Trump. Foi. Eleito.

O que nem é surpreendente. Mas se eu ainda tinha alguma esperança, agora acho que não tenho mais. Primeiro, quero dizer que nunca vi a Hillary como um ser perfeito, que nunca se sabe que artimanhas ela poderia ter por trás e que não é o melhor modelo de candidata, mas em comparação com Trump, seria o menor dos males. Pois com a Hillary, o pior que poderia ter acontecido seria a América (e o resto do mundo, que vai sempre atrás da América) ficar estagnada. Já o Trump simboliza o vencer da direita e o espezinhar de direitos básicos, e representa o facto de o ódio, afinal, ainda ter poder. O que instigará muita, muita mais merda. 

Neste post, eu vou basicamente resumir a ameaça que Trump representa para cada minoria (nem quero imaginar como é mau para quem pertence a mais do que uma), tentar dar dicas de como prosseguir e tentar não ficar muito apática - ou enervada, ou a chorar - enquanto faço a porra do post. Pelo menos terminarei com uma boa notícia...

Falar e não ser ouvida


Eu ainda tenciono trazer um compilado de links fabulosos achados recentemente - o tumblr é ótimo a recomendar algumas pérolas - porém, não me sentia com vontade de concluir esse post agora. Mesmo acabar de escrever isto já me deixa meia zonza. É só um pequeno desabafo sobre como é cansativo querer contribuir para uma conversa, algo que da minha parte já é raro por si só, acabando ignorada em todas as tentativas. Não esperem nenhuma conclusão produtiva, tenciono apenas escrever ideias dispersas.

Poema meu


E eu decididamente não tencionava postar mais nada hoje, mas decidi aproveitar e colocar um poema que escrevi recentemente, criticando a cisheteronormatividade, e o quanto isso não faz bem a ninguém.