Recomendações do dia


Ohayou, minna! 

Eu decidi que, para tornar o blog ativo, vou começar a fazer uma coisa chamada "recomendações do dia". Vou recomendar (divulgar o link e comentar devidamente) uma coisa que tenha visto hoje, para 3 categorias distintas, que serão a mesma em todas as postagens deste género. Podia ter mais categorias, mas o ponto é mesmo ser uma coluna que eu consiga atualizar diariamente. Vamos ver quando é que a rotina começa a falhar... >.< Isto também quer dizer que, aos domingos, haverão duas postagens. Novidades sobre mim no final do post. 

DIY minimalistas à la tumblr


Ohayou, sapinhos!

Como prometido é devido, vou publicar um post por semana. E desta vez... tã-tã-rã! O post vai ensinar a fazer exatamente as coisas que vocês vêm no novo layout! O quê que acharam dele? Eu estou realmente contente, porque ficou tal e qual ao que eu tinha planeado, está responsivo, e tão minimalista quanto eu queria. Ainda por cima, os ultimos layouts tinham sido tudo menos minimalistas e eu adoro variar nos estilos dos meus lays. Como sempre, divirtam-se a caçar os hovers, embora eu não considere que estejam muito diferentes do habitual. O post é consideravelmente simples - vou dar uma lista de sugestões para ter uma decoração minimalista em casa, e partilhar os DIY que ensinam a fazer precisamente os itens decorativos que podem ver no lay novo.

O que é minimalismo? Em, é uma forma de expressão que recorre ao mínimo possível de elementos. Mas na decoração, nas artes e afins, é um estilo não só marcado pelos poucos elementos, como a transmitir uma ideia de limpeza, modernidade e vastidão. É marcado por linhas retas, traços finos, padrões ocasionais e rodeados de espaço livre, muito branco, e as poucas coisas detidas são normalmente de qualidade.

Novidades sobre mim


Ohayou, sapinhos! Achavam que tinham livrado de mim?

Finalmente dá para considerar que estou de férias (estarei mesmo? Descubram no próximo episódio clicando em ler mais!), e decidi regressar com um post de atualizações sobre mim, sobre a faculdade, sobre o que pretendo fazer nas férias e sobre o blog - menciono o futuro layout e posts que já estão quase a sair do forno. Mas aquilo que mais torna este post especial é tudo o que eu conto sobre a primeira marcha lgbt+ a que fui, precisamente ontem. É algo que fico feliz por ter experienciado e que tenciono repetir, e decidi partilhar todos os detalhes convosco ^^

A legalização da prostituição


Este é um debate muito delicado, para o qual eu não sei dizer qual é a solução. Pessoas de muitos círculos diferentes, vários dos quais feministas e liberais, são a favor da legalização, e de facto, este artigo não vai pôr em causa que pessoas que se prostituem devem ter direitos - obviamente devem. O que vai pôr em causa é o quanto cada modelo de regulamentação da prostituição dá resultado, e definir noções que normalmente ficam pouco claras neste tipo de debates. OBS: Embora a prostituição seja maioritariamente exercida por mulheres, eu irei utilizar [linguagem neutra], por um lado para incluir prostitutos, por outro, porque há a possibilidade de estudos que mencionam "prostitutas" e falam exclusivamente no feminino incluirem pessoas que não se identificam como mulheres, mas que foram postas no mesmo barco simplesmente por causa do seu sexo. Considerando que muitas pessoas trans se prostituem precisamente porque não arranjam emprego por ser trans - ou pelo menos, não arranjam um emprego que respeite o seu género e/ou a sua apresentação - parece-me insensível ignorar que sejam desrespeitadas também ao prostituir-se. Isto dito, não tenciono passar por cima de que são corpos entendidos como femininos que são o grande alvo - a percentagem é esmagadoramente maior [www, contém vários dados sobre prostituição] - , e de que a maioria das pessoas que tem interesse na prostituição são homens, particularmente homens cisgénero. 

Universal/Inclusive design é uma coisa fuderosa


Ohayou, sapinhos! Eu já estava para fazer este post há muito tempo, mas falar disso num trabalhinho (de uma disciplina inútil durante a maioria do semestre) da faculdade - não havia grande limitação de tema e eu sugeri este - motivou-me a finalmente acabar o rascunho, ainda para mais considerando que eu queria dar um exemplo concreto e a nossa apresentação tem tudo o que eu preciso ^^

Vim falar de inclusive design, uma coisa que eu conheci há provavelmente um pouco mais de um ano mas nunca tirei muitos dias para pesquisar sobre o assunto, embora tivesse noção de uns quantos exemplos que considerei geniais desde o começo. Inclusive design, maioritariamente conhecido como universal design, visa criar um ambiente que vai ao encontro das necessidades de toda a população, sendo acessível e conveniente para as pessoas independentemente da sua idade, tamanho ou corporalidade (por exemplo, se têm deficiências físicas ou não). Não se destina apenas a minorias sociais, mas a permitir a interação entre diferentes grupos de pessoas, contribuindo para a união da sociedade. Objetivos de destaque: reduzir a exclusão social e permitir a autonomia.  

Esclarecendo polémicas em torno de TRANSições físicas


Eu estava a pensar em como começar este post e decidi que vou querer fazer um desenho com uma mulher cis e uma mulher trans onde vou escrever: "different body, different experiences, same gender".

Yoo, sapinhos! Este post, para diferir do anterior, conta com mais info lgbt+, exclusivamente relativa a questões trans. Vou tentar esclarecer algumas questões que a sociedade considera polémicas e mostrar porque que duas visões distintas não implica necessariamente que uma delas não seja verdade. O tema principal são transições físicas, e tenciono responder a 3 dos argumentos mais usados para alguém se opor a transições.

Este post foi motivado por certas imagens em páginas de feminismo radical (mais particularmente TERF's), que parece ainda não ter compreendido que respeitar o género de mulheres trans não invalida o que elas passaram enquanto mulheres cis. Também parece ter dificuldade em alcançar a noção de que sentir disforia ou não atender estereótipos de género na infância não são requesitos para não ser cisgénero. Aliás, a wikipédia é uma ótima fonte no que toca a demonstrar as visões distintas do feminismo em relação a pessoas trans: [www].

Estou a tornar-me uma pessoa saudável? + dicas


Ohayou, minna! A minha pessoa tem estado muito ausente, mas na verdade tenho sido extremamente produtiva e estou radiante com os meus feitos. Não conseguir postar no blog é provavelmente a única coisa que me desanima. Sinto que estou a acumular uma quantidade imensa de posts que podia já ter concluído mas não o fiz por ter sempre ideias novas, mas eu tenho descoberto que o meu telemóvel (que tenho há uns meses) aguenta com imensas apps pesadas, então, instalar o blogger não o afetou em nada. Eu sempre soube que um bom telemóvel seria útil, mas eu acho que adultos nem imaginam como pode ser life-saving para quem passa muito tempo fora de casa. Com isto consigo aproveitar todos os segundos do meu tempo, inclusivamente as duas horas que passo em viagem são duas horas de sono que poupo. 

Enfim, eu ia listar alguns posts que tenho na manga e que decidi ir completando enquanto estou na faculdade, mas que tal ficarem com esta notícia de Portugal? São momentos como estes que denotam que portugal é um país tao seguro que chega a ser totó: [www]
 {a intro é tão grande que o tema do post só é abordado depois do ler mais}

J.K. Rowling já foi ultrapassada pelos fãs há milénios


Ohayou, sapinhos ^^ Tenho a certeza que repararam no novo layout, que realmente me deu muito gosto fazer - afinal, há tempos que não fazia layouts temáticos, e o tema deste e a personagem Phos de Houseki no kuni, que resenhei [aqui] e está no meu top de animes e mangás favoritos. Eu sei que não posto nada há séculos, e penso que o espaçamento entre postagens continuará a ser enorme por muitos mais meses - culpem a faculdade. Tenho imensos posts quase prontos nos rascunhos, mas nem  sempre tenho energia para os acabar, e estou a aproveitar esta semaninha de férias da faculdade para pôr algumas coisas em dia, daí o blog também não ter sido o meu foco. Sábado ou domingo vou tirar um tempo para comentar nos meus bloguinhos mais amados, então acreditem que não deixei de estimar ninguém :3

Este basicamente é um post bem pissed com as atitudes que a autora de Harry Potter tem denotado nos últimos anos. Caso eu esteja a parecer muito bruta, talvez seja melhor começarem pela segunda metade do post. Irei listar e comentar algumas das atitudes mais desrespeitosas que tenho visto da parte dela - e preparem-se, porque eu gosto de fazer posts completos - e comentar a ironia de Harry Potter ter sido dos livros mais responsáveis por adultos mente aberta.

[mega-resenha] Porquê que Houseki no kuni me venceu


Ohayou ^^ Como prometido é devido, trago a resenha de um dos animes que já entrou no meu top de favoritos, certamente para ficar. Trata o conceito de género de uma maneira que me agrada imenso e torna-se gradualmente mais maduro e denso psicologicamente. É um anime de 12 episódios realizado pelo estúdio orange que adpata o mangá de mesmo nome, fazendo uso de arte CG de uma maneira que impressionou toda a gente pela positiva. Aqui recomendações de outras pessoas: [www www www]

Um típico post natalício + wishlist


Feliz natal, minna! Eu tenho estado mesmo, mesmo ocupada, o meu semestre da faculdade ainda não acabou e só temos uns dias de pausa por causa das festas de natal e ano novo, então esperem reencontrar-me lá para Fevereiro. Isto dito, tenho um post semi-feito que espero publicar a seguir ao dia de natal. Este post funciona mais como uma listinha de coisas que desejo, coisas que tenho feito - para além de me atualizar nos posts da Hina-clone e ver um filme da Heidi com pessoas reais hoje, com a minha mãe e irmã - e coisas que estou a planear fazer, algumas delas em relação ao blog. Portanto, cá vamos:

Até que ponto uma identidade sem nome existe?


Ohayou ^^ Eu sei que prometi um post um pouco mais leve e que não se debruçasse sobre representatividade, mas só faz sentido postar aquilo que planifiquei quando tiver pronto um lay mais minimalista - que, aliás, me dará muito gosto fazer. Então, esta reflexão gigante é a resposta ao que eu mencionei no [post anterior], no excerto " Na verdade, eu vou fazer um post sobre isso no futuro, porque é um tema muiiito confuso, muito polémico, com TONELADAS de nuances e verdadeiramente importante para mim, mas spoiler sobre o que eu penso: deve-se privilegiar acima de tudo identidade."

Portanto, fica aviso: Se alguém caiu aqui à procura de info sobre lgbt+ e não sabe nem algumas definições básicas, não recomendaria este post. Tenho guias mais úteis neste tumblr: [www]. O post irá refletir sobre como as pessoas não reconhecem a existência de algo até esse algo ser nomeado, e relacionar isso com identidades lgbt+, deitando lenha na fogueira de duas discussões: 1) será que uma pessoa é X se não se identificar com esse X, mesmo encaixando na definição usual? 2) identidades lgbt+ serão algo determinado pela biologia ou pelo meio? 

Que fiquei claro que eu vou essencialmente reclamar da maneira como a maioria das pessoas encara ambas as questões a preto e branco e acha que provar que uma causa se verifica anula a influência de outras causas. Se procuram A VERDADE, não acho que isso exista. Não quando se está a falar de pessoas. Mas sinceramente, acho que este post se aproxima de uma generalização bastante provável, pelo menos, mais do que muitos artigos que falam destes temas com grandes certezas. Preparem-se para ficar com o cérebro derretido.

Figuras históricas lgbt+


Eeeeeee eu já não postava há imenso tempo. Que desculpa vou usar? Faculdade. Por outro lado, tenho algumas novidades que irei mencionar no final do post, apenas quero aproveitar a intro para falar do tema do post. Há uma série de figuras históricas (potencialmente) lgbt+ que normalmente, quando são mencionadas, têm essa parte da sua vida apagadas. Há razões para isso - algumas bastante razoáveis, como o facto de nem sempre dar para ter a certeza - mas não são mais válidas do que as razões pelas quais se devia partilhar essa informação. Então eu quero apresentar os argumentos e depois passar aos nomes - e acreditem que alguns vos vão deixar espantades.

Não basta... + novidades


Ohayou, minna!

Após intensas semanas de trabalhos de faculdade, finalmente consegui trazer um post. Metade deste post vai ser um "desabafo informativo" sobre questões lgbt+ (embora se possa aplicar a outros grupos também), e a outra metade consiste em mim a tagarelar sobre o que tenho feito, como a minha ida ao Iberanime este sábado. Cá vamos nós:

"Barrigas de aluguer" e todas as questões que a lei portuguesa levanta


Ohayou, minna! Antes de tudo, vou avisando que poderá vir a ser complicado postar, pois para além da faculdade, este mês estou ainda a participar no inktober e a seguir tudo à letra: é um projeto onde se faz um desenho todos os dias de outubro, sendo que todos os dias têm um tema e que esses temas mudam todos os anos. Este ano, a proposta oficial é [esta], e embora o terceiro dia já tenha sido complicado que chegue, estou a sentir-me orgulhosa do resultado e é algo que quero mesmo levar até ao fim. Até porque sentia falta de ser tão criativa como ando a ser...

O post de hoje começou a ser montado há já um mês, e é sobre algo que foi autorizado em Portugal há relativamente pouco tempo (julho deste ano): barrigas de aluguer. Como surgiu bastante oposição a isso, eu fui pesquisar e trago aqui as conclusões que tirei.

Dicas para nos amarmos mais


Ohayou, minna ^^ Eu devo ter uns 10 posts quase prontos nos rascunhos, mas em vez de os finalizar e postar, sou negligente e começo outro post novo. Gostei bastante de escrever este post porque self-love é um conceito importante para quem é ativista, pertence a minorias ou simplesmente qualquer pessoa de anda stressada/cansada das dificuldades da vida, e dá jeito ter uma listinha à mão para o caso de eu precisar. Basicamente reúno uma série de propostas de coisas que podemos fazer para cuidar da nossa saúde mental e física, um post leve e fácil de ler em comparação com o usual. OBS: nem todas estas coisas se adequam a toda a gente, eu apenas tentei reunir as dicas dadas por várias fontes e tentar ser o mais completa possível - decididamente algumas das coisas desta lista não se adequam a mim.

Musiquinhas lgbt+


Ohayou, pessoinhas ^^

Hoje é o ultimo dia de férias. Não tenho aparecido nos últimos tempos porque agora que finalmente tenho várias coisas em dia, decidi descansar no verdadeiro sentido da palavra, e portanto passei os ultimos dias a jogar a construir coisas nos sims, procrastinar, e comecei a criar um joguinho lgbt+ com um amigo meu em electron ;) Electron é uma linguagem que mistura html, css e javascript, portanto quase de certeza vocês teriam gosto em aprender e uma certa facilidade, e poderiam fazer programas com isso. Digam se quiserem mais incentivos ^^

O que trago hoje foi um post inspirado no que a minha irmã fez ontem antes de dormir: ela cantou uma músiquinha lgbt+, "getting bi", e como ambas conhecemos várias músicas animadas feitas pela comunidade, decidimos compilar uma lista em conjunto para vos mostrar. Até foi da forma que conhecemos músicas novas >.< Vale lembrar que nada nesta lista é propriamente "bonito", apenas relativamente engraçado, talvez relatable, e em alguns casos mandam boas indiretas. 

Jurassic Park é mais feminista do que eu pensava


Isto não é uma resenha nem nada que se pareça, aliás, este deve ser dos primeiros posts em milénios que se encaixa no propósito do blog: posts sem enrolação e sem falar da minha vida pessoal, curtinhos e centrados num assunto só. Eu e a minha irmã vimos mais ou menos recentemente os 3 primeiros filmes de Jurassic Park, e ficamos surpreendidas com a quantidade de valores feministas por parte de TODAS as personagens, não só mulheres sequer. Eu não vi o mais recente porque ouvi dizer que é uma treta - tanto pela trama quanto pelo feminismo - e a minha irmã confirmou. Sei que foi mais fácil ver os anteriores do que eu esperava - afinal, filmes antigos (o primeiro é de 1993) podem ter uma qualidade técnica bastante razoável. Mas pronto, eu vim só analisar o feminismo nos filmes:

Feminismo VS outros movimentos/conceitos associados


{Ajuda a ganhar seguidores? Só tenho 15 porque nunca divulguei este cantinho, não sei se devia ter deixado o FS...}
Ohayou, sapinhos! Antes de mais, fica aqui o aviso de que já fiz o [tutorial] para tornar layouts responsivos, juntamente com uma base editável.

Hoje trago apenas algumas definições, e o post será muito mais curto que o anterior - até porque sei que ainda quase ninguém teve tempo de o ler, muito menos de comentar. Talvez o tutorial acima vos motive a comentar mais? ;) Embora eu seja a ultima pessoa a poder queixar-me... Enfim, vim falar de obviamente feminismo, e de outros movimentos e conceitos associados como o humanismo, o egalitarian...

Nota importante: este post não tem o propósito de dizer qual movimento é melhor, apenas esclarecer sobre a definição, sobreposição e distinção entre movimentos - desde que a pessoa lute por justiça, o nome que dá a si própria é uma questão irrelevante. Contudo, pretendo sim explicar porquê que me considero uma feminista interseccional.

Problematizando a problematização


Toda a gente neste cantinho sabe que eu sou uma das pessoas mais problematizadoras da blogosfera, certo? Pelo menos eu sinto-me em parte responsável por ter ajudado a pegar moda essas análises sobre representatividade. Agora, o que eu acho que ninguém sabe, é que dá para problematizar a problematização em si, e cada vez mais eu o tenho feito, pois descobri que muita gente problematizadora faz uma bola de neve com os seus argumentos e acaba por considerar tudo proibido, sexualizado, romantizado... mesmo quando claramente isso não se verifica. Moral da história: problematizar é bom, mas também importa saber discernir limites. Para isso, eu irei falar de alguns dos tópicos mais comuns de representatividade (ships lgbt+, personagens femininas, poc e assuntos gerais), e fazer uma lista de críticas legítimas e ilegítimas, e dizer porquê. Irei inicializar tudo com um glossário, que basicamente contextualiza quem são as variantes de radfems e quais os seus argumentos comuns - mas quem quiser pode pular essa parte.

O post que me levou a começar a aprofundar este assunto foi [este bebé], pois basicamente mencionava várias das coisas que já ando a notar há alguns meses sobre como feministas Radicais tentam excluir e vilanizar toda a gente que não consideram aceitável, propagando isso através dos fandoms.

{mini-resenhas} Comentando animes e mangás


Esta semana comecei definitivamente a aprender a tornar blogs responsivos - já sabia razoavelmente fazer-lo em templates genéricos, mas não no blogger, e só ontem é que consegui converter uma das minhas bases (que eu achava que estava pronta, mas não está). Muitos dos tutoriais na net, supostamente adaptados ao blogger, não funcionavam, e portanto eu estou bastante contente por estar a conseguir improvisar. Como se não bastasse, estou a organizar todas as minhas dicas relativamente ao assunto para um post que deve sair para a semana no chuva de html ~o blog ainda não morreu! (っ^▿^) ~ e estou ainda a fazer uma base 100% editável, que claro, irei disponibilizar. Assim, mesmo quem não quiser aprender a fazer lays responsivos pode partir daquela base, que já terá metade do trabalho feito. OH, E EU SEI QUE AINDA NÃO RESPONDI AOS COMENTÁRIOS! Maaaaas descobri que, sem ser através do google chrome, o bug não acontece e sou capaz de comentar sem problemas.

Este post é basicamente um conjunto de mini-resenhas de animes e mangás.