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Até que ponto uma identidade sem nome existe?


Ohayou ^^ Eu sei que prometi um post um pouco mais leve e que não se debruçasse sobre representatividade, mas só faz sentido postar aquilo que planifiquei quando tiver pronto um lay mais minimalista - que, aliás, me dará muito gosto fazer. Então, esta reflexão gigante é a resposta ao que eu mencionei no [post anterior], no excerto " Na verdade, eu vou fazer um post sobre isso no futuro, porque é um tema muiiito confuso, muito polémico, com TONELADAS de nuances e verdadeiramente importante para mim, mas spoiler sobre o que eu penso: deve-se privilegiar acima de tudo identidade."

Portanto, fica aviso: Se alguém caiu aqui à procura de info sobre lgbt+ e não sabe nem algumas definições básicas, não recomendaria este post. Tenho guias mais úteis neste tumblr: [www]. O post irá refletir sobre como as pessoas não reconhecem a existência de algo até esse algo ser nomeado, e relacionar isso com identidades lgbt+, deitando lenha na fogueira de duas discussões: 1) será que uma pessoa é X se não se identificar com esse X, mesmo encaixando na definição usual? 2) identidades lgbt+ serão algo determinado pela biologia ou pelo meio? 

Que fiquei claro que eu vou essencialmente reclamar da maneira como a maioria das pessoas encara ambas as questões a preto e branco e acha que provar que uma causa se verifica anula a influência de outras causas. Se procuram A VERDADE, não acho que isso exista. Não quando se está a falar de pessoas. Mas sinceramente, acho que este post se aproxima de uma generalização bastante provável, pelo menos, mais do que muitos artigos que falam destes temas com grandes certezas. Preparem-se para ficar com o cérebro derretido.

Figuras históricas lgbt+


Eeeeeee eu já não postava há imenso tempo. Que desculpa vou usar? Faculdade. Por outro lado, tenho algumas novidades que irei mencionar no final do post, apenas quero aproveitar a intro para falar do tema do post. Há uma série de figuras históricas (potencialmente) lgbt+ que normalmente, quando são mencionadas, têm essa parte da sua vida apagadas. Há razões para isso - algumas bastante razoáveis, como o facto de nem sempre dar para ter a certeza - mas não são mais válidas do que as razões pelas quais se devia partilhar essa informação. Então eu quero apresentar os argumentos e depois passar aos nomes - e acreditem que alguns vos vão deixar espantades.

Não basta... + novidades


Ohayou, minna!

Após intensas semanas de trabalhos de faculdade, finalmente consegui trazer um post. Metade deste post vai ser um "desabafo informativo" sobre questões lgbt+ (embora se possa aplicar a outros grupos também), e a outra metade consiste em mim a tagarelar sobre o que tenho feito, como a minha ida ao Iberanime este sábado. Cá vamos nós:

"Barrigas de aluguer" e todas as questões que a lei portuguesa levanta


Ohayou, minna! Antes de tudo, vou avisando que poderá vir a ser complicado postar, pois para além da faculdade, este mês estou ainda a participar no inktober e a seguir tudo à letra: é um projeto onde se faz um desenho todos os dias de outubro, sendo que todos os dias têm um tema e que esses temas mudam todos os anos. Este ano, a proposta oficial é [esta], e embora o terceiro dia já tenha sido complicado que chegue, estou a sentir-me orgulhosa do resultado e é algo que quero mesmo levar até ao fim. Até porque sentia falta de ser tão criativa como ando a ser...

O post de hoje começou a ser montado há já um mês, e é sobre algo que foi autorizado em Portugal há relativamente pouco tempo (julho deste ano): barrigas de aluguer. Como surgiu bastante oposição a isso, eu fui pesquisar e trago aqui as conclusões que tirei.

Jurassic Park é mais feminista do que eu pensava


Isto não é uma resenha nem nada que se pareça, aliás, este deve ser dos primeiros posts em milénios que se encaixa no propósito do blog: posts sem enrolação e sem falar da minha vida pessoal, curtinhos e centrados num assunto só. Eu e a minha irmã vimos mais ou menos recentemente os 3 primeiros filmes de Jurassic Park, e ficamos surpreendidas com a quantidade de valores feministas por parte de TODAS as personagens, não só mulheres sequer. Eu não vi o mais recente porque ouvi dizer que é uma treta - tanto pela trama quanto pelo feminismo - e a minha irmã confirmou. Sei que foi mais fácil ver os anteriores do que eu esperava - afinal, filmes antigos (o primeiro é de 1993) podem ter uma qualidade técnica bastante razoável. Mas pronto, eu vim só analisar o feminismo nos filmes:

Problematizando a problematização


Toda a gente neste cantinho sabe que eu sou uma das pessoas mais problematizadoras da blogosfera, certo? Pelo menos eu sinto-me em parte responsável por ter ajudado a pegar moda essas análises sobre representatividade. Agora, o que eu acho que ninguém sabe, é que dá para problematizar a problematização em si, e cada vez mais eu o tenho feito, pois descobri que muita gente problematizadora faz uma bola de neve com os seus argumentos e acaba por considerar tudo proibido, sexualizado, romantizado... mesmo quando claramente isso não se verifica. Moral da história: problematizar é bom, mas também importa saber discernir limites. Para isso, eu irei falar de alguns dos tópicos mais comuns de representatividade (ships lgbt+, personagens femininas, poc e assuntos gerais), e fazer uma lista de críticas legítimas e ilegítimas, e dizer porquê. Irei inicializar tudo com um glossário, que basicamente contextualiza quem são as variantes de radfems e quais os seus argumentos comuns - mas quem quiser pode pular essa parte.

O post que me levou a começar a aprofundar este assunto foi [este bebé], pois basicamente mencionava várias das coisas que já ando a notar há alguns meses sobre como feministas Radicais tentam excluir e vilanizar toda a gente que não consideram aceitável, propagando isso através dos fandoms.

{mini-resenhas} Comentando animes e mangás


Esta semana comecei definitivamente a aprender a tornar blogs responsivos - já sabia razoavelmente fazer-lo em templates genéricos, mas não no blogger, e só ontem é que consegui converter uma das minhas bases (que eu achava que estava pronta, mas não está). Muitos dos tutoriais na net, supostamente adaptados ao blogger, não funcionavam, e portanto eu estou bastante contente por estar a conseguir improvisar. Como se não bastasse, estou a organizar todas as minhas dicas relativamente ao assunto para um post que deve sair para a semana no chuva de html ~o blog ainda não morreu! (っ^▿^) ~ e estou ainda a fazer uma base 100% editável, que claro, irei disponibilizar. Assim, mesmo quem não quiser aprender a fazer lays responsivos pode partir daquela base, que já terá metade do trabalho feito. OH, E EU SEI QUE AINDA NÃO RESPONDI AOS COMENTÁRIOS! Maaaaas descobri que, sem ser através do google chrome, o bug não acontece e sou capaz de comentar sem problemas.

Este post é basicamente um conjunto de mini-resenhas de animes e mangás.

Olimpíadas da opressão?


Oras... há quanto tempo, não é?

A faculdade tem sido, nas palavras de um amigo meu, "tortuosamente divertida": tenho estado mesmo muito ocupada mas adoro os trabalhos de grupo que fazemos simulando que estamos a trabalhar para uma empresa. Acontece que hoje o meu pc deu a louca e os programas congelam a cada linha de código que escrevo, então eu desisti - e como já estava na altura de ter um computador que aguentasse com programas pesados, amanhã vou ter o meu novo bebé! :3 Portanto hoje aproveito para procrastinar.

Volta e meia, ainda consigo absorver conhecimento sobre principalmente questões lgbt+, e o que eu venho comentar hoje acaba por ser um post introdutório a questões mais pesadas que eu já era para ter abordado (mas que são tão extensas que ainda nem tive coragem de terminar o post xd). Basicamente, vim falar um pouco sobre como a homofobia não é a única forma de lgbtfobia, e vim explicar de que modo os vários tipos se podem combinar ou ser manifestados até por pessoas lgbt+. Acima de tudo, vim apresentar uma espécie de hierarquia, mas deixo já o aviso de que não tenciono alimentar a narrativa de que certas formas de preconceito são piores que outras - aliás, até me oponho bastante a essa linha de pensamentos. 

O que me motivou a escrever o post foi [este] artigo. É realmente bom e mostra que a pessoa sabe do que está a falar, então recomendo a leitura para um entendimento mais profundo. O que eu vou fazer aqui será basicamente resumir alguns pontos importantes, mas comentar coisas que não considero que sejam tão absolutas quanto foram apresentadas. 

Apropriação cultural, porque já estava na altura de eu falar disto


Ohayou ^^

Primeiro, uma notinha: eu tinha começado a responder aos comentários do [post sobre aborto], mas por algum motivo, depois de enviar o comentário, não aparece nada. Então mesmo que eu não vos tenha respondido, fiquem sabendo que li tudinho, como sempre, e que fiquei orgulhosa de terem entendido os meus argumentos e de acharem a minha retórica tão boa :3

Parece que eu não me canso de trazer assuntos polémicos, e hoje trago um tema igualmente duro de entrar na cabeça das pessoas: Apropriação cultural. Basicamente vou demonstrar que existe, que tem um impacto negativo, quais os critérios para averiguar a sua presença e como é que se pode parar de fazer esta asneira substituindo o problema por apreciação cultural. Como eu sou branca e, ainda para mais, de uma cultura ocidental e maioritária, não podia falar disto sem ter por base muitos links maravilhosos escritos por experts no assunto. Então, se scrollarem até ao final do post, vão ver a lista completa de artigos que me permitiram escrever isto sem dizer grande asneira.

Recomendação de links e apresentações minhas


Este é aquele momento em que eu devia estar a trabalhar em coisas da faculdade, mas não tenho disposição. Estou a meio da minha semana de "férias", uma vez que esta é a semana de um evento para estudantes da faculdade chamado Queima das fitas - eu e muita gente não fomos a esse evento porque sinceramente ele só interessa a quem gosta da praxe e de ficar bêbado. Então eu aproveito para fazer um post relativamente mais simples, em que me limito a divulgar apresentações educativas sobre temas feministas que fiz, assim como uns links interessantes, tudo devidamente comentado.

Pérolas e problemas da Women's march


Ohayou, sapinhos ^^ Só para despachar isto e clamar o blog: Follow my blog with Bloglovin!

Eu anunciei no post anterior que ia fazer um artigo a criticar e elogiar determinados pontos da Women's march. Se vocês forem tão aluades como eu, ou não ouviram falar disso de todo, ou só ouviram falar depois do evento ter passado, MAS eu aproveitei isso para me informar sobre o assunto. O post irá focar no peso que o evento adquiriu devido à vitória de Trump - que literalmente ignorou que tanta gente tenha saído à rua contra ele e pouco depois da marcha estava a dedicar-se a criar leis anti-aborto, mas fazer o quê. Então pronto, termino a introdução dizendo que este post será [feminista], como tal, abordará vários dos pontos desse link amável aí, e vai também explicar melhor o que é e qual o contexto da women's march. Estará repleto de felicidade pelo grande número de pessoas que se reuniram no evento e pelo propósito do mesmo, mas terá parágrafos bem desanimados em decorrência da transfobia e do racismo denotados pelos participantes.

NOTA: A HINA-CLONE FEZ ANOS DIA 24! Se não deram os parabéns, ainda vão a tempo!!! Aqui o [blog dela]. 

Ainda há bastante racismo em Portugal


{nota: afiliados, querem fazer o favor de trocar o link do Forever Sapo pelo do caixa de Surpresas?}
{agradeço a quem seguir o blog: cliquem na imagem do gadget "sapinhos"}
Ohayou, minna!

Comecei a escrever este post há quase um mês, mas demorei a concluí-lo pois pelo meio finalizei o jogo DAI, e porque decidi que deveria pesquisar mais a fundo sobre o tópico antes de poder postar isto. Escrevi-o com um certo sentido de ironia já que, como vários de vocês se devem lembrar, fiz (há um ano exato!) [este post] onde eu falava de várias questões raciais globais e genéricas, mas dizendo que agora isso já não era o problema predominante e que, hoje em dia, o problema era mais o whitewashing e colorblindness, versões mais "subtis" de racismo. Também denotei, nesse post, a perspetiva de quem nunca o tinha vivenciado nem em primeira nem em terceira pessoa, e que não o considerava um problema muito marcante em Portugal. Agora, escrevo isto sob um olhar diferente - não é que essa versão subtil do racismo não seja, até, uma das mais predominantes, em Portugal especialmente. A questão é que eu estava iludida em considerá-la pouco frequente, em vê-la como um problema distante, e a minha escolha de palavras possivelmente transmitiu a ideia de que impactava menos que as macroagressões racistas ou que era a única que existia. Nada disso é verdade, e eu sabia, mas demorou-me vários meses até o conseguir "sentir" devidamente. E aqui quero abordar o racismo de uma perspetiva mais próxima e menos teórica.

O que me levou a escrever isto foi o artigo [Falar de etnias ainda é tabu em Portugal].

{mega-resenha + guia} Dragon age: Inquisition


Ohayou, sapinhos ^^

Adivinhem quem é que acabou de jogar Dragon age: inquisition? Euzinha, e como tal não pude esperar para fazer a resenha. Já falei um bocado da relação de amor e ódio que tenho com este jogo [aqui], mas essencialmente, eu gosto tanto deste jogo que foi o único que prometi levar até ao fim PORÉM, como eu sou muito azarada, também foi o único que avariou e tive de recomeçar já mais de 3 vezes. Então finalizá-lo foi realmente algo importante para mim. Terminei com uma personagem distinta da que me falhou 3 vezes, mas agora quero recriar a minha primeira personagem de novo pois feelings.

Este post será um combo de informações (servirá em parte como guia para quem quiser jogar e não se sentir tão perdido como eu, já que este é o jogo III), surtos e elogios à representatividade do jogo. Qualquer spoiler será notificado na hora, leiam sem preocupações. A resenha será sobre este jogo em específico, uma vez que não sei o suficiente sobre o jogo I e II, e vou referir-me várias vezes ao terceiro como DAI.

Canais lgbt+ e de outras minorias


Ohayou, sapinhos! 

O post de hoje será (para variar) sobre lgbt+ e minorias, mais concretamente, consistindo na indicação de canais lgbt+. Irei dividir o post entre canais em português/brasileiro, inglês, e inglês, comentando por alto as indicações. Dedico isto a uma leitora geralmente anónima, Milly, cujo email que me mandou salvou o meu dia que tinha sido repleto de bifobia-passiva, perguntando se eu conhecia algum canal bom, então, em vez de enviar só alguns links por email... porque não fazer um post sobre isso? ;)

Já agora, terei umas 3 semanas de férias da faculdade. No fim do post tem uma listinha do que pretendo fazer.

E aqui uma nota para mim mesma: tenho de postar esta lista no tumblr e criar no Baka List uma lista com TODOS os canais lgbt+ que conheço e irei conhecer, e colocar o link aqui.

Aquela atualização genérica


Ohayou, sapinhos ^^

Sei que tenho estado ausente, pois ando a fazer o meu trabalho de fim de semestre da faculdade e na próxima terça será a apresentação, poucos dias antes de começar a temporada de exames. O que me leva a postar agora foi uma conversa que tive com a Rute - que já mencionei uma ou duas vezes neste blog e referi por várias vezes no FS, mas que em resumo é a minha melhor amiga <3 - a quem prometi postar hoje. Talvez o post não vá ser tão longo quanto eu prometi, mas pelo menos dá para atualizar um pouco o blog e falar de coisas genéricas que não mereceriam um post por si ~embora o pretexto deste blog fosse mesmo fazer posts super curtos e específicos... ~ A escrita e os temas serão bem leves e não farão ninguém morrer de tédio pelo caminho, então cliquem em ler mais:

Tumblr lgbt+?


Ok minna-san, post rápido:

Eu posso ainda nem ter comentários no post anterior, mas o tumblr lgbt+ que menciono lá já se pode considerar inaugurado (embora o layout precise de uns ajustes) >.<

O link é este [www] - chama-se GGGG... o quê que falta? *ironia*
Notinhas: Podem ler mais sobre o tumblr no menu  do topo, e aceder às tags/arquivo/mapa no menu da sidebar. Embora ainda não tenha assim taaaaaaaaanto conteúdo, diria que o [glossário: os primeiros links dessa página] já está até bastante completo, e que é muito importante para quem quiser começar a entender géneros e sexualidades (mas claro, também não é possível decorar tudo - leiam só para ter uma noção geral). Em breve começarei a desfazer mitos comuns, imediatamente depois de fazer um ou dois posts sobre arromanticidade, e postarei reviews, aesthetics e editings. Já agora, a tag [4allies] é MUITO IMPORTANTE QUE TODA A GENTE ACOMPANHE PARA NÃO DESRESPEITAR PESSOAS LGBT+! Principalmente a coluna "cuidado com a língua!" que aparece a partir do terceiro post.
Nota 2: Para avançar de página, a setinha de navegação está à direita do menu no topo.

Zueragem lgbt+


Eu tencionada trazer novidades sobre as coisas que ando a acompanhar, mas quero ver o último ep de Yuri on Ice para o comentar melhorzinho - btw, já respondi a todos os comments do último post, e pretendo pelo menos também responder aos do anterior a esse. Então, hoje vou aproveitar para quebrar as vibes problematizadoras dos posts anteriores e provar que, não, lgbt+ não é só um monte de gente chata. A postagem tem 2 propósitos:

1) Mostrar que a comunidade lgbt+ tem um grande sentido de humor, e que não é, na verdade, um problema fazer piadas com quem é lgbt+ - se a piada não desvalidar ninguém e vier da parte de uma pessoa que está relativamente por dentro do assunto, zueragem é bem vinda. Aliás, muitas vezes são as próprias comunidades a troçar de si mesmas.

2) Partilhar as ditas piadas, porque eu morro se rir com coisas que só quem é lgbt+ ou está dentro do meio tende a entender, e eu não aguentava mais guardá-las só para mim. Então, a piada pode estar em inglês (caso o humor se perca na tradução) ou português, eventualmente será acompanhada de uma imagem associada (caso contrário, não prometo resistir aos gifs), e explicações que eu ache necessário assinaladas com asterisco. Diferentes piadas estão separadas por uma linha em branco.

Transfobia do dia a dia


*le eu aqui sentindo que ando a falar demasiado sobre lgbt+*
Primeiro, quaisqueres outras novidades serão mencionadas no fim do post; Segundo, eu tenho lido os comentários e, gente, eu adoro-vos. A faculdade vai ficar mais leve durante um tempo a partir de hoje e tenciono até responder a todos os comments este fim de semana.

Então, eu fico mesmo contente por não me deixar desencorajar sempre que alguma saída do armário não corre tão bem como esperado, porque agora todo o meu grupo de amigos mais próximo da faculdade sabe que eu sou bi, e as duas últimas pessoas a quem eu contei tiveram uma reação breve mas que me fez feliz: uma pessoa fez-me rir tentando enganar-me (fazendo de conta que era homofóbica, mas de forma nada credível e com um just kidding logo a seguir, para não me assustar demais), a outra ofereceu apoio e disse que gostava que os seus amigos fossem honestos consigo. Então, lindo <3

Mas a verdade é que, se sair do armário em termos de sexualidade é difícil, em termos de género deve ser ainda pior. Venho só reclamar de uma piada transfóbica que ouvi hoje e que me incomodou um bocado.

O quão Trump ameaça minorias


Eu não devia estar a atualizar. Hoje até faltei às aulas por estar com dores de cabeça - que espero e penso que melhorarão depressa - mas o que aconteceu hoje deixou-me ainda pior. Trump. Foi. Eleito.

O que nem é surpreendente. Mas se eu ainda tinha alguma esperança, agora acho que não tenho mais. Primeiro, quero dizer que nunca vi a Hillary como um ser perfeito, que nunca se sabe que artimanhas ela poderia ter por trás e que não é o melhor modelo de candidata, mas em comparação com Trump, seria o menor dos males. Pois com a Hillary, o pior que poderia ter acontecido seria a América (e o resto do mundo, que vai sempre atrás da América) ficar estagnada. Já o Trump simboliza o vencer da direita e o espezinhar de direitos básicos, e representa o facto de o ódio, afinal, ainda ter poder. O que instigará muita, muita mais merda. 

Neste post, eu vou basicamente resumir a ameaça que Trump representa para cada minoria (nem quero imaginar como é mau para quem pertence a mais do que uma), tentar dar dicas de como prosseguir e tentar não ficar muito apática - ou enervada, ou a chorar - enquanto faço a porra do post. Pelo menos terminarei com uma boa notícia...

E não é que o pessoal aqui nem é muito machista?


Ok, ok, este post é tão curto que só tem ler mais por razões estéticas. Já agora, devo dizer que ainda não respondi aos vários comentários, mas sim, Hina-clone, o seu palpite está provavelmente certo. Não respondi porque a minha pessoinha começou a ter semanas doidas desde a passada - esta semana será a pior, pois teremos 3 testes, mas a próxima será também complicada por termos um teste e uma apresentação de trabalho, sendo que o trabalho terá de ser apresentado numa página web. Adivinhem quem é que se ofereceu para fazer o layout? *riso maléfico*

Então, eu só passei para deixar uma nota entre o meu estudo ~mentira, provavelmente hoje não volto a estudar, o youtube está a chamar-me~